reflexão meditação diádia Somente pela graça

Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. 2 Coríntios 12:9, NVI

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Por nós mesmos, é impossível escapar ao abismo do pecado em que estamos afundados. Nosso coração é mau, e não podemos mudá-lo. “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!” (Jó 14:4). “O pendor da carne é inimizade contra Deus” (Rm 8:7). A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todas essas coisas têm sua importância; porém, nesse caso, não têm poder para mudar a situação. Podem até produzir um comportamento aparentemente correto, mas não transformar o coração nem purificar as fontes da vida. É preciso que haja um poder no interior, uma vida nova vinda do alto, para que as pessoas passem do estado pecaminoso para a santidade. Esse poder é Cristo. Somente Sua graça poderá vitalizar as inertes faculdades espirituais e atrair a pessoa para Deus, para a santidade.

O Salvador disse: “Se alguém não nascer de novo”, ou seja, a menos que receba um novo coração, novos desejos, propósitos e motivos, e passe a viver uma vida nova, “não pode ver o reino de Deus” (Jo 3:3). A ideia de que é preciso apenas desenvolver o bem que existe naturalmente dentro da pessoa é um engano fatal. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe pare­cem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). “Não te admires de Eu te dizer: importa-vos nascer de novo” (Jo 3:7). Está escrito acerca de Cristo: “A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens” (Jo 1:4). Ele é o único “nome, dado entre os homens, pelo qual importa que seja­mos salvos” (At 4:12).

Não basta perceber o compassivo amor de Deus, enxergar a benevolência, a bondade paternal do Seu caráter. Não basta discernir a sabedoria e justiça da Sua lei para ver que ela está alicerçada sobre o eterno princípio do amor. O após­tolo Paulo viu tudo isso quando exclamou: “Consinto com a lei, que é boa”. “A lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.” Porém, em desespero, acrescen­tou com o coração amargurado: “Sou carnal, vendido à escravidão do pecado” (Rm 7:16, 12-14). Ele anelava a pureza, a justiça, coisas que, por si mesmo, não tinha forças para alcançar e clamou: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:24). Esse é o clamor que vem de corações atribulados em todas as terras e em todas as épocas. Para todos, existe uma res­posta: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29) (Caminho a Cristo, p. 18, 19).



 

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