Dor no estomago? Gastrite? Úlcera? Azia? espinheira santa

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Dor no estomago? Gastrite? Úlcera? Azia? Queima nunca mais espinheira santa o santo rémedio.

Benefícios da espinheira santa um santo remédio. Boa contra as úlceras: A espinheira santa conta com taninos que têm poder cicatrizante de lesões ulcerosas no estômago por controlar a produção de ácido clorídrico nos órgãos. Combate a gastrite, úlcera, azia, queima no estomago: A espinheira santa é boa em casos de gastrite dispepsias estomacais .

A espinheira está indicada nas úlceras pépticas benignas, tanto gástrica como duodenal. Os resultados obtidos na úlcera duodenal são superiores aos obtidos na úlcera gástrica, verificando-se índices de cicatrização de quase 100% após algumas semanas de tratamento.

É indicada também em úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, alívio dos sintomas de refluxo gastroesofágico, síndrome de Zollinger-Ellison e na dispepsia episódica crônica caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) – a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada às condições anteriores

Ela é uma planta originária da América do Sul, e muito presente na região sul do Brasil. Utilizada há muito tempo pelos povos nativos dessas regiões como planta medicinal.

O nome espinheira santa se deve ao formato de suas folhas, que parecem ter vários espinhos e por ser considerada um “santo remédio” na linguagem popular.  Seu uso é muito útil no combate às dores de estômago, gastrite, úlcera, azia e queimação, devido às propriedades medicinais que possui.

Propriedades Da Espinheira Santa

Benefícios da espinheira santa

Boa contra as úlceras: A espinheira santa conta com taninos que têm poder cicatrizante de lesões ulcerosas no estômago por controlar a produção de ácido clorídrico no órgãos.

Combate a gastrite: A espinheira santa é boa em casos de gastrite. Este benefício ocorre devido aos taninos presentes na planta que estão relacionados à diminuição da secreção do ácido clorídrico pelas células do estômago e assim atenuam a gastrite.

Alivia os gases: A espinheira santa tem ação antisséptica, devido à expressiva quantidade de taninos, atuando rapidamente na paralisação das fermentações gastrintestinais e é carminativa, por isso ela é indicada em casos de gases.

Ação diurética: A espinheira santa tem ação levemente diurética devido à presença de triterpenos, composto bioativo, em sua composição.

Melhora o trânsito intestinal: A espinheira santa melhora o trânsito intestinal devido à mucilagem presente nesta planta.

Alivia dores no estômago: Por evitar a secreção de ácido gástrico, a espinheira santa ajuda a aliviar as dores no estômago.

Previne câncer de pele: Os triterpenos encontrados na espinheira santa possuem propriedades contra o câncer de pele. Vale ressaltar que, caso tenha um tumor, é importante conversar com seu médico antes de consumir a planta.

Problemas Gastrointestinais

As pesquisas clínicas a respeito da espinheira santa começaram há muitas décadas, desde 1960, e conseguiram evidências científicas da sua ação no combate a problemas estomacais, como gastrite, úlcera e gases. Casos em que é utilizada como infusão (chá) ou pode ainda ser ingerido o extrato seco encapsulado.

As potentes propriedades antiulcerogências da espinheira santa foram demonstradas por um estudo em que o extrato aquoso quente da erva (mais conhecido como chá) foi tão eficaz quanto dois dos medicamentos mais utilizados no combate às úlceras estomacais, a ranitidina e a cimetidina, aumentando o pH do conteúdo estomacal. O baixo pH provocado pela secreção de ácido clorídrico naturalmente pelo estômago é o principal agente de úlceras quando essa secreção ocorre em excesso, esse ácido corrói as paredes do órgão levando a gastrite e até à úlcera.

A ação da espinheira santa nos casos de disfunções estomacais seria por meio de vários mecanismos, além de não depender de um componente específico da planta mas sim da ação conjunta de diferentes fitocomplexos. Um dos mecanismos foi demonstrado em um estudo com sapos, que é o de inibição da ativação de receptores histamínicos do tipo H2, diminuindo assim a quantidade de ácido secretada pela mucosa estomacal, o mesmo mecanismo dos medicamentos citados, ranitidina e cimetidina. Além disso, há inibição da gastrina, um hormônio que também estimula a secreção ácida e a motilidade do estômago. Alguns taninos e óleos essenciais seriam ainda, responsáveis por parte do efeito protetor da muscosa gástrica.

Alguns casos de gastrite, úlcera e até câncer gástricos, podem ainda ser induzidos pela presença da bactéria Helicobacter pylori, e além de todas as ações já citadas, componentes da espinheira santa também apresentaram ação in vitro e in vivo contra essa bactéria.

Com todas essas informações garantindo a eficácia da espinheira santa ela pode ser indicada para todos os seguinte quadros clínicos:

Má digestão;

Azia e acidez estomacais;

Refluxo;

Gastrites, inclusive as causadas por Helicobacter pylori;

Úlceras gástricas e duodenais;

Perturbações do trato gastrointestinal;

Enterites (inflamações do intestino);

Flatulência;

Mau hálito causado por distúrbios estomacais.

Em todas as indicações seu poder digestivo, cicatrizante, anti-inflamatório e protetor da mucosa gástrica são os mais acentuados. O médico deve sempre ser consultado para avaliar o benefício da inclusão da espinheira santa como auxiliar no tratamento dessas doenças.

Podendo ser utilizada como chá, as indicações são várias.

Os usos clássicos são para úlceras gástricas e intestinais, gastrite, dispepsia, indigestão, constipação e problemas no fígado.

O chá feito a partir das folhas também pode ser aplicado topicamente em lesões da pele e machucados.

Os fitoquímicos presentes na espinheira santa e que são os responsáveis pelas suas atividades biológicas no organismo humano são terpenos, triterpenos, taninos e alcaloides.

Ela possui boas quantidade de taninos, especialmente epigalocatequina, que têm poder cicatrizante de lesões ulcerosas no estômago por controlar a produção de ácido clorídrico no órgão e aliviar a dor. Os taninos também são poderosos antissépticos por paralisar as fermentações gastrintestinais

Mesmo com a ação digestiva, cicatrizante, antiinflamatória e protetora da mucosa gástrica, o médico deve sempre ser consultado para avaliar o benefício da inclusão da espinheira santa como auxiliar no tratamento dessas doenças.

Reduz o Risco de Câncer

Estudos demonstraram a atividade de substâncias presentes na espinheira santa contra células cancerosas e tumores em concentrações bastante baixas.

A substância maitansina, um alcaloide, levou a expressivas regressões de carcinoma de ovário e linfomas, mais pesquisas não foram conduzidas pois observou-se alta toxicidade nas doses usadas.

Já um outro alcaloide, maiteína, apresentou baixa ou nenhuma toxicidade e teve excelentes resultados na redução de tumores epidermóides, ou seja, que se originam de células epiteliais, de até 60% com expressiva melhora na condição de vida dos pacientes Em 1990, pesquisadores japoneses descobriram a ação antineoplásica em um outro grupo de moléculas presente na espinheira santa pertencentes à classe dos triterpenos. Os experimentos mostraram citotoxidade ou inibição de vários tipos de leucemia e tumores.

Apesar da capacidade da espinheira santa em auxiliar nos tratamentos contra o câncer, a utilização dessa planta só deve ser feita com o aval médico.

 

Contraindicações da espinheira santa

A espinheira santa é contraindicada em casos de gravidez ou tratamento da infertilidade feminina por ter um efeito abortivo descrito em pesquisas científicas. Também é contraindicado durante o período de amamentação, pois pode levar à redução do leite materno.

A espinheira santa também não é recomendada para crianças

Dosagem – Como Tomar

Para cada forma de consumo as doses recomendadas são:

Chá: três xícaras ao dia. Para fazer o chá ferva cerca de 30g de folhas picadas em meio litro de água e deixe esfriar.

Tintura: 15 gotas diluídas em água três vezes ao dia. Já comprada pronta em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação.

Cápsulas: 2 cápsulas de 380mg três vezes ao dia.

Compressas: ferver 10 folhas picadas em meio litro de água, esfriar e aplicar topicamente.

 



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