Utrogestan na gravidez – Indicações, posologia, efeitos adversos, perguntas

Utrogestan na gravidez – Indicações, posologia, efeitos adversos, perguntas

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O que é utrogestan? Utrogestan previne o aborto espontâneo? Qual a sua indicação, qual é o efeito do utrogestan nos três primeiros meses de gravidez/gestação

Como usar o utrogestan? Saiba tudo estudando esse artigo abaixo sobre o utrogestan segundo a bula e comente sua experiência com utrogestan, tire alguns minutos e leia o artigo até o final

Apresentação de Utrogestan

Cápsulas com 100 mg – Embalagem contendo 30 cápsulas.
Cápsulas com 200 mg – Embalagem contendo 14 cápsulas.
USO ADULTO
UTROGESTAN USO ORAL / UTROGESTAN VIA VAGINAL
Utrogestan – Indicações

Distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, como alterações do ciclo menstrual e amenorréia secundária (ausência de menstruação).
Insuficiência lútea (diminuição de progesterona na segunda fase do ciclo).
Deficiência de progesterona, na pré-menopausa e na reposição hormonal da menopausa (como complemento à terapia com estrogênio).
Por via vaginal, Utrogestan® é indicado também na implantação do embrião e manutenção da gravidez durante o primeiro trimestre.
Contra-indicações de Utrogestan

Neoplasia maligna de mama ou dos órgãos genitais
Sangramento genital não diagnosticado
Acidente vascular cerebral
Doenças do fígado
Aborto incompleto
Neoplasia maligna do fígado
Gravidez
Doenças tromboembólicas
Tromboflebites
Porfiria
Hipersensibilidade e/ou alergia a qualquer um dos componentes da fórmula
Advertências

Este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e, particularmente, não tem ação sobre abortos provenientes de defeitos genéticos (o que corresponde a mais da metade das causas de aborto).
O tratamento, por recomendação, não é um contraceptivo.
Pacientes que apresentem alguma das condições que possam ser agravadas pela retenção de líquidos (distúrbios cardíacos ou renais), epilepsia, depressão, diabetes, cisto ovariano, disfunção hepática, asma brônquica, intolerância a glicose ou enxaqueca devem ser avaliadas quanto ao risco/benefício.
Não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração deste medicamento.
Interações medicamentosas de Utrogestan

O efeito da progesterona pode ser diminuído pelo uso concomitante de barbitúricos, carbamazepina, hidantoína ou rifampicina.
Este medicamento pode aumentar os efeitos dos betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Utrogestan

Reações adversas

As reações adversas estão relacionadas de acordo com a freqüência do CIOMS: (Council for International Organizations of Medical Sciences)Muito comum ≥10 %
Comum ≥ 1% e < 10 %
Incomum ≥ 0,1% e < 1 %
Rara ≥ 0,01% e < 0,1 %
Muito rara < 0,01 %
Via oral Sistema corporal Reação adversa
Gastrointestinal
Muito comum Distensão abdominal
Rara Náuseas
Hepato-biliar
Rara Hepatite
Nervoso
Muito comum Sonolência, cefaléia
Incomum Tontura, irritabilidade
Rara Insônia
Psiquiátrico
Rara Depressão
Imunológico
Rara Anafilaxia, eritema multiforme, eritema nodoso
Metabólico/Nutricional
Muito comum Alterações de apetite (diminuição ou perda), aumento ou perda de peso
Reprodutor e mamas
Muito comum Metrorragia, período menstrual irregular
Rara Erosão do colo, cistite, galactorréia não associados com parto, mastalgia
Dermatológico
Rara Acne vulgar, erupções cutâneas, prurido da pele, alopecia, hirsutismo, cloasma
Ocular
Rara Neurite óptica, trombose da retina
Geral
Muito comum Edema, fadiga
Rara Dor nas costas, dor torácica
Vascular
Rara Alterações tromboembólicas, tromboflebite

Utrogestan – Posologia

Via oral
• Na insuficiência de progesterona, a dosagem média é de 200 a 300 mg de progesterona micronizada por dia.
• Na insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, mastopatia benigna, menstruação irregular, pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º dia ao 25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo:
• 200 mg em dose única, antes de dormir;
300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar.
• Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada (maior risco de hiperplasia endometrial). Conseqüentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma:
dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria das pacientes pode não apresentar sangramento) ou,
divididos em duas doses de 100 mg 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento ou,
dose única de 200 mg à noite antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona.

Em todas as indicações, a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais pelo uso da progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
• Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
200 mg de progesterona micronizada do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma dose ou divididos em duas doses de 100 mg e, em seguida;
Do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia, divididos em três doses. E
Esta dosagem será continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI

A dosagem recomendada é de 600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (6/6 ou 8/8 horas), iniciados no dia da captação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez.

Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade, ou infertilidade primária ou secundária, particularmente devido à anovulação.
A dosagem recomendada é de 200 a 300 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias.

O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea.
A dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia, divididos em duas doses, até a 12ª semana de gravidez.
Superdosagem

No caso da ingestão de grande quantidade deste medicamento de uma só vez, entre em contato imediatamente com seu médico.
Em algumas pacientes a posologia habitual pode se revelar excessiva, seja devido à persistência ou ao reaparecimento de uma secreção endógena instável de progesterona, seja por uma sensibilidade particular ao produto. Faz-se então conveniente, nestes casos, a critério médico, diminuir a dose e/ou modificar o ritmo de administração de Utrogestan®.
Características farmacológicas

Progesterona (G03DA04: sistema urogenital e hormônios sexuais).
Farmacodinâmica
As propriedades do Utrogestan® são similares às de um progesterona natural, de modo especial: efeitos de gestágeno, antiestrogênio e antiandrogênio leve e antialdosterona.
Farmacocinética
Via oral
Absorção
A progesterona micronizada é absorvida no trato gastrointestinal.
Os níveis de progesterona sangüínea aumentam a partir da primeira hora e picos plasmáticos são obtidos em uma a três horas após a administração.
Estudos farmacocinéticos realizados em voluntários demonstraram que, após a ingestão simultânea de duas cápsulas de 100 mg de Utrogestan®, níveis médios de progesterona plasmáticos aumentaram de 0,13 ng/ml para 4,25 ng/ml após uma hora, 11,75 ng/ml em duas horas, 8,37 ng/ml em quatro horas, 2 ng/ml em seis horas e, 1,64 ng/ml em oito horas.
De acordo com o tempo de distribuição do hormônio para os tecidos, a dosagem diária deveria ser dividida em duas doses com um intervalo de doze horas, para manter níveis efetivos e estáveis nas vinte e quatro horas do dia.
Há variações consideráveis entre indivíduos, ainda que um mesmo sujeito conserve as mesmas características farmacocinéticas durante um período de alguns meses, permitindo um bom ajuste de dosagem individual.
Metabolismo
Os metabólitos plasmáticos principais são 20-hidroxi, 4-pregnenolona e 5-diidroprogesterona.
Na urina, 95% do produto são eliminados na forma de seus metabólitos glicuroconjugados incluindo o metabólito principal 3,5-pregnanodiol (pregnandiol).
Estes metabólitos plasmáticos e urinários são idênticos àqueles encontrados durante a secreção fisiológica do corpo lúteo ovariano.
Via vaginal
Absorção
Após inserção vaginal, a progesterona é rapidamente absorvida pela mucosa vaginal, como mostrado pelo aumento nos níveis da progesterona plasmática a partir da primeira hora após a administração.
Concentrações de pico de progesterona plasmática são alcançadas em duas a seis horas após aplicação e as concentrações médias durante 24 horas de 0,97 ng/ml são obtidas após administração de 100 mg pela manhã e pela noite.
Esta dosagem média recomendada, conseqüentemente, induz concentrações plasmáticas fisiológicas estáveis de progesterona, similares àquelas observadas durante a fase lútea de um ciclo menstrual ovulatório normal. Pequenas variações nos níveis de progesterona entre indivíduos tornam possível predizer o efeito obtido com uma dosagem padrão.
Nas doses superiores a 200 mg por dia, são obtidas concentrações de progesterona similares àquelas descritas durante o primeiro trimestre de gravidez.
Metabolismo
A concentração plasmática de 5-pregnenolona não é aumentada.
A eliminação urinária é feita principalmente na forma de 3,5-pregnanodiol (pregnandiol) como mostrado pelo aumento progressivo em sua concentração (para uma concentração de pico de 142 ng/ml em seis horas).
Resultados de eficácia




A progesterona está disponível há mais de 50 anos desde que foi sintetizada e comercializada pela primeira vez. Ela tem sido utilizada no tratamento de vários distúrbios ginecológicos, como hiperplasia endometrial, disfunção do ciclo menstrual, fase lútea inadequada, síndrome pré-menstrual e síndrome da menopausa.
Um estudo1 comparativo dos níveis séricos de progesterona micronizada entre a administração oral e vaginal foi realizado em sessenta voluntárias. As voluntárias foram divididas em dois grupos para receber a droga, um por via oral e outro por via vaginal. Os resultados demonstraram que não houve diferença significativa nas características gerais basais entre estes dois grupos. As análises sanguíneas dos níveis de estrogênio e de progesterona foram realizadas em todas as voluntárias antes e após a administração da droga. Os dados recolhidos a partir da experiência revelaram que os níveis séricos de progesterona atingidos pela administração oral (5,06 + / – 2,95 ng/ml) diferem significativamente (p <0,001) daqueles atingidos pela administração vaginal (8,26 + / – 4,09 ng/ml). Os dados também revelaram que os níveis séricos de progesterona, na administração oral de um grupo (4,23 + / – 2,68 ng/ml) não diferiram significativamente (p = 0,925) do outro grupo (4,.15 + / – 3,40 ng/ml) quando o nível sérico de estrogênio foi inferior a 30 pg/ml. Por outro lado, quando o nível sérico de estrogênio foi de pelo menos 30 pg/ml, houve uma diferença significativa (p <0,005) dos níveis séricos de progesterona entre estes dois grupos (6,32 + / – 2,99 ng/ml para a via oral e 9,76 + / – 3,23 ng/ml para a via vaginal)1.
Em outro estudo2, que envolveu oito mulheres com ciclos menstruais com três meses de intervalo e com suspeita de síndrome de ovário policístico, o uso da progesterona natural micronizada de 100 mg pela manhã e 200 mg a noite por um período de sete dias induziu fluxo menstrual adequado e não alterou significativamente os níveis basais androgênicos e de 17-hidroprogesterona.
1Choavaratana R, Manoch D. Efficacy of Oral Micronized Progesterone When Applied Via Vaginal Route. J. Med. Assoc. Thai 2004; 87(5): 455-8.
2Woods, Kelie S, et al. Effect of oral micronized progesterone on androgen levels in women with polycystic ovary syndrome. Clinical Obstetrics and Gynecology, 1995; 38(4): 902-914
Modo de usar

Utrogestan® pode ser administrado por via oral ou vaginal, conforme orientação médica.
Via oral
Deverá ser administrado com um copo d’água, longe das refeições, preferencialmente à noite, antes de dormir.
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
Posologia
Via oral
• Na insuficiência de progesterona, a dosagem média é de 200 a 300 mg de progesterona micronizada por dia.
• Na insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, mastopatia benigna, menstruação irregular, pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º dia ao 25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo:
• 200 mg em dose única, antes de dormir;
300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar.
• Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada (maior risco de hiperplasia endometrial). Conseqüentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma:
dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria das pacientes pode não apresentar sangramento) ou,
divididos em duas doses de 100 mg 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento ou,
dose única de 200 mg à noite antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona.

Em todas as indicações, a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais pelo uso da progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
• Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
200 mg de progesterona micronizada do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma dose ou divididos em duas doses de 100 mg e, em seguida;
Do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia, divididos em três doses. E
Esta dosagem será continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI

A dosagem recomendada é de 600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (6/6 ou 8/8 horas), iniciados no dia da captação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez.

Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade, ou infertilidade primária ou secundária, particularmente devido à anovulação.
A dosagem recomendada é de 200 a 300 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias.

O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea.
A dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia, divididos em duas doses, até a 12ª semana de gravidez.
Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Utrogestan® não é indicado para crianças. Não existem recomendações especiais para o uso em mulheres idosas

Armazenagem

Utrogestan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), em sua embalagem original.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Número do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho
MS: 1.0390.0167
Farm Resp.: Dra Marcia Weiss I. Campos – CRF-RJ: 4499
Fabricado por:
Capsugel Ploermel
Zone Industrial Camagnon – Ploermel Cedex – França
Embalado por:
Besins International Belgique
Groot Bijgaardenstraat, 128, Drogenbos – Bélgica
Importado e distribuído por:
FARMOQUÍMICA S/A .
Utrogestan – Bula para o Paciente

Como este medicamento funciona?
Utrogestan® tem como princípio ativo a progesterona natural micronizada, que é quimicamente idêntica à progesterona de origem ovariana. Por isso, age como suplemento da produção de progesterona pelos ovários, quando necessário.
Por que este medicamento foi indicado?
Utrogestan® é indicado para o tratamento dos distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, como dor e outras alterações do ciclo menstrual, amenorréia secundária (ausência de menstruação) e alterações benignas da mama. Tratamento da insuficiência lútea (diminuição de progesterona na segunda fase do ciclo). Tratamento dos estados de deficiência de progesterona, na pré-menopausa e na reposição hormonal da menopausa (como complemento à terapia com estrogênio).
Por via vaginal, Utrogestan® é indicado também na implantação do embrião e na manutenção da gravidez, durante o primeiro trimestre.

Em todas as outras indicações ou tratamentos com progesterona, a via vaginal pode substituir a via oral, se ocorrerem efeitos colaterais da progesterona (ex.: sonolência, sensação de vertigem).
Quando não devo usar este medicamento?
Contra-indicações
Utrogestan® não deve ser administrado nas seguintes situações a seguir:
Câncer de mama ou dos órgãos genitais
Sangramento genital não diagnosticado
Acidente vascular cerebral
Doenças do fígado
Aborto incompleto
Câncer do fígado
Gravidez
Doenças tromboembólicas
Tromboflebite
Porfiria
Hipersensibilidade e/ou alergia a qualquer um dos componentes da fórmula Advertências
Este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e, particularmente, não tem ação sobre abortos provenientes de defeitos genéticos (o que corresponde a mais da metade das causas de aborto).
O tratamento, por recomendação, não é um contraceptivo.
Informe seu médico caso apresente alguma condição que possa ser agravada pela retenção de líquidos (distúrbios cardíacos ou renais), epilepsia, depressão, diabetes, cisto ovariano, disfunção hepática, asma brônquica, intolerância a glicose ou enxaqueca.
Utrogestan® não deve ser administrado com alimentos.

Precauções
Não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração deste medicamento.

Interações medicamentosas
O efeito da progesterona pode ser diminuído pelo uso concomitante de barbitúricos, carbamazepina, hidantoína ou rifampicina.
Este medicamento pode aumentar os efeitos dos betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina.

Interações com alimentos
A ingestão concomitante com alimentos pode aumentar a biodisponibilidade da progesterona.
Não há contra-indicação relativa a faixa etária.
Informe seu médico do aparecimento de reações indesejáveis.
Informe seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico
Utrogestan® com 100 mg – Cápsula de gelatina mole circular, levemente amarela contendo uma suspensão esbranquiçada oleaginosa.
Utrogestan® com 200 mg – Cápsula de gelatina mole oval, levemente amarela contendo uma suspensão esbranquiçada oleaginosa.
Características organolépticas
Odor característico.
Posologia
Via oral
Recomenda-se que a administração seja feita longe das refeições, preferencialmente à noite, antes de dormir.
• Na insuficiência de progesterona, a dosagem média é de 200 a 300 mg de progesterona micronizada por dia. Este medicamento deverá ser tomado com um copo d’água, longe das refeições (com o estômago vazio), preferivelmente à noite, antes de dormir.
• Na insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, mastopatia benigna, menstruação irregular, pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º ao 25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo:
200 mg em dose única antes de dormir;
300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar. Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada (maior risco de hiperplasia endometrial). Conseqüentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma:
dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria das pacientes pode não apresentar sangramento) ou,
divididos em duas doses de 100 mg, 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento ou,
dose única de 200 mg à noite, antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona.

Em todas as indicações a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais pelo uso da progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
• Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
200 mg de progesterona micronizada do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma dose ou divididos em duas doses de 100 mg e, em seguida;
A partir do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia divididos em 3 doses. Esta dosagem será continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez. Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI.

A dosagem recomendada é de 600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (6/6 ou 8/8 horas), iniciados no dia da captação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez.

Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou infertilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação.
A dosagem recomendada é de 200 a 300 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias.

O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea.
A dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia divididos em duas doses até a 12ª semana de gravidez.

Seu médico determinará qual a via de administração, oral ou vaginal, mais apropriada para o seu caso e, ainda, poderá modificar a dose e a duração do tratamento de acordo com a indicação considerada e a eficácia do medicamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
Que males este medicamento pode causar?
Reações adversas
Via oral
Com maior freqüência: dor de cabeça, fadiga, tontura, edema, inchaço abdominal, alterações do apetite, período menstrual irregular, metrorragia e alterações no peso.
Pode ocorrer sonolência e tonteira em alguns pacientes, de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida ou readaptada (por exemplo: para uma dose diária de 200 mg, tomar as 200 mg numa única ingestão, ao dormir, longe das refeições), ou utilizar a via vaginal.
Pode ocorrer insônia, náuseas, hepatite, irritabilidade, depressão, cistite, galactorréia não associada com parto, dor nas mamas, acne, aumento ou diminuição dos pêlos corporais, cloasma, alterações visuais, dor nas costas, dor torácica, dor nas pernas.
Reações alérgicas podem ocorrer devido à presença de óleo de amendoim e lecitina de soja (ex.: urticária, reação alérgica generalizada).

Utrogestan Via vaginal 
Estudos clínicos não relataram a ocorrência de intolerâncias locais.
Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
No caso da ingestão de grande quantidade deste medicamento de uma só vez entre em contato imediatamente com seu médico.
Em algumas pacientes a posologia habitual pode se revelar excessiva, seja devido à persistência ou ao reaparecimento de uma secreção endógena instável de progesterona, seja por uma sensibilidade particular ao produto.
Faz-se então conveniente, nestes casos, a critério médico, diminuir a dose e/ou modificar o ritmo de administração de Utrogestan®.
Onde e como devo guardar este medicamento?
Cuidados de conservação
Utrogestan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC), em sua embalagem original.
Prazo de validade
36 meses após a data de fabricação impressa no cartucho.
Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

SAIBA MAIS SOBRE O UTROGESTAN

O Utrogestan é um medicamento utilizado para suplementar a quantidade de progesterona do organismo nos casos em que ocorre deficiência da produção desses hormônios pelos ovários. Muitas mulheres fazem uso do Utrogestan por indicação de um médico para reter abortos involuntários no primeiro trimestre da gestação. Saiba em quais situações você pode usá-lo.

A progesterona exerce diversas funções antes e durante a gestação: cumpre importante papel no preparo do útero para receber o óvulo fertilizado, promove o crescimento das mamas da futura mãe para secreção do leite, atua no desenvolvimento dos órgãos sexuais do bebê e é responsável pelo efeito inibidor da musculatura uterina.

Quando a mulher está grávida, a quantidade de progesterona no organismo deve ser superior a 5mg/ml, caso contrário a sua falta causa contrações que podem expulsar o óvulo fertilizado ou até mesmo o feto em desenvolvimento. A dosagem é identificada por exames de sangue.

As causas mais comuns para essa situação são: stress, dieta desregulada e uso de substâncias químicas.

Se a mulher não apresentar a dosagem adequada de progesterona, o médico pode indicar a reposição, entre eles, o uso do Utrogestan. A reposição também pode indicada caso a mulher apresente histórico de abortos involuntários. O Utrogestan pode ser usado via oral ou via vaginal.

Atenção: O Utrogestan é contraindicado em casos de câncer de mama ou dos órgãos genitais, sangramento genital sem causa definida, AVC, doenças do fígado, aborto incompleto, câncer do fígado, doenças tromboembólicas, tromboflebite, porfiria e hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula



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Viagem fantástica guia de gravidez passo a passo

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Rápido Estágio na gravidez Guia de Gravidez: 1º, 2º, 3º Trimestre.

Definição gravidez e fatos:

Uma gestação normal dura cerca de 40 semanas e é agrupada em três fases ou trimestres.

Os sintomas e sinais precoces de gravidez incluem

A ausência de períodos menstruais,

Alterações da mama durante a gravidez

Cansaço na gravidez

Náuseas na gravidez

Alterações de humor, ou.

Outros sintomas de gravidez.

Um teste de gravidez mede o nível de hormônio gonadotropina coriónica humana (GCH)  na urina ou sangue. O teste pode ser positivo antes dos primeiros sinais de gravidez se desenvolver em algumas mulheres.

Os sintomas da gravidez tardia podem incluir



Azia

Dificuldade em dormir

Inchaço dos tornozelos ou dedos

Hemorroidas, e

Contrações leves.

Muitos destes sintomas resultam do ganho de peso e ampliando o útero no final da gravidez.

Até ao final de 37 semanas, um bebê é considerado completo e os seus órgãos estão prontos para funcionar por conta própria.

Como está  perto de sua data de nascimento, o seu bebé pode virar em uma posição de cabeça para baixo para o nascimento. A maioria dos bebês “presente” de cabeça para baixo.

Bebês no nascimento normalmente pesam entre 2,700kg e 4,500kg e mede 48 a 54 centímetros de comprimento.

Quantas semanas é uma gravidez normal?

Gravidez dura cerca de 40 semanas, a contar do primeiro dia do seu último período normal. As semanas são agrupados em três trimestres saiba descobrir o que está acontecendo com você e seu bebê nestes três estágios.

Qual é o primeiro trimestre da gravidez (semana de 1 semana 12)?

Durante o primeiro trimestre de gestação seu corpo sofre muitas mudanças. As alterações hormonal afeta quase todos os órgãos em seu corpo. Estas mudanças podem desencadear sintomas, mesmo nas primeiras semanas de gravidez. A interrupção no período menstrual é um sinal claro de que está grávida. Outras modificações podem incluir:

Cansaço extremo

Seios inchados. Seus mamilos também podem alterar o tamanho.

Dor de estômago com ou sem vomito

Desejos ou aversão por determinados alimentos

Mudanças de humor

Prisão de ventre (dificuldade em ter evacuações)

Necessidade de urinar com mais frequência:

Dor de cabeça na gestação

Azia na gestação

O ganho de peso na gestação

Como muda o seu corpo, você pode precisar fazer alterações em sua rotina diária, como ir para a cama mais cedo ou comer frequentes pequenas refeições. Felizmente, a maioria desses desconfortos vai embora à medida a gravidez avança.

E algumas mulheres podem não sentir qualquer desconforto em tuda gravidez! Se já esteve grávida antes, você pode sentir de maneira diferente desta vez. Assim como cada mulher é diferente, por isso  cada sintoma na gravidez é diferente.



 

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Sexo durante a gravidez: É seguro?

Sexo durante a gravidez: É seguro?

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saiba tudo sobre sexo durante a gravidez, tire suas dúvidas.



Sexo durante a gravidez é a última coisa absoluta na mente de algumas mulheres, especialmente quando eles estão lidando com náuseas , vômitos . Outras mulheres, no entanto, pode almejar sexo na gravidez . E os homens também são divididos em diferentes campos em relação ao sexo durante a gravidez. Alguns homens podem ter mais desejo sexual que uma mulher grávida, mas outros homens podem ter muito medo de machucar o bebê ou a sua companheira grávida durante o ato do sexo .

o sexo durante a gravidez é mesmo seguro?

A boa notícia – ou má notícia, dependendo de como você olha para ele, é que “o sexo durante a gravidez é extremamente seguro para a maioria das mulheres com gravidezes sem complicações, de baixo risco”, diz os especialistas , “Algumas pessoas gosta de sexo durante a gravidez mais  outros desfrutam menos.

primeiro trimestre da gravidez

Durante o primeiro trimestre, muitas mulheres relatam nenhum grande desejo para o sexo, porque eles se sentem cansadas e enjoadas, mas durante o segundo trimestre, “elas estão se sentindo melhor, há mais lubrificação, e elas têm o ingurgitamento na área genital”, diz Monica Foreman , MD, obstetra do Centro Médico Montefiore, no Bronx, NY Isso torna o sexo mais atraente e potencialmente mais satisfatório. Além do mais, a maioria das mulheres ainda se sente bastante confortável durante o segundo trimestre, porque seu estômago não é excessivamente arredondado ainda.

Isso não é bem verdade, durante o terceiro trimestre de gravidez. Como o estômago cresce e a fadiga retorna com uma vingança o sexo pode parecer menos atraente – para não mencionar fisicamente difícil durante as últimas semanas da gravidez.

“Se o pai ficar nervoso sobre ter relações sexuais com sua parceira grávida “, dizemos-lhes que seu bebê está bem protegido. É um ovo cercado por um travesseiro e um outro travesseiro e que não há nenhuma maneira que eles vão machucar o bebê, e que geralmente faz com que se sintam muito melhor “.

Se for ter relações sexuais a partir do terceiro trimestre e ter um orgasmo isso provoca a liberação de prostaglandinas, o que teoricamente pode causar contrações .

Posições sexuais durante a gravidez

“Como ela (a barriga) cresce, a posição tradicional é mais desconfortável para as mulheres grávidas”, diz Foreman.

Outras posições sexuais, mais confortáveis durante a gravidez podem incluir a relação sexual por trás ou de lado a lado (colheradas).

E “em algum momento, uma mulher grávida não deve ser deitada de costas, porque o útero em crescimento pode comprimir grandes vasos sanguíneos”, diz Salasche. Isto pode causar pressão pélvica e dor. Este fenómeno ocorre tipicamente durante o terceiro trimestre. Deitada de costas também pode causar “síndrome hipotensiva supina”, o que resulta em uma mudança na frequência cardíaca e pressão arterial que pode levar a outros sintomas ou sinais indesejáveis.

Existe Razões para evitar o sexo durante a gravidez

Sexo durante a gravidez pode não ser seguro para as mulheres com uma história de repetidos abortos, parto prematuro, sangramento, ou um problema no colo do útero.

Isso não é tudo. As mulheres com placenta prévia (uma condição onde a placenta está cobrindo o colo do útero) estão em risco de hemorragia se tiverem relações sexuais durante a gravidez. As mulheres com ruptura prematura de membranas (RPM), que ocorre quando o saco contendo o desenvolvimento do bebê e o líquido amniótico rajado ou desenvolve um buraco antes do parto, também deve evitar o sexo durante a gravidez.

“Se não houver contra-indicações, uma mulher pode ter relações sexuais durante toda a gravidez”, diz Foreman.

Outras bandeiras vermelhas que o sexo durante a gravidez não pode ser sábio pode ocorrer após a relação sexual. “Se você tiver sangramento ou mau-cheiro após o sexo durante a gravidez, informe o seu médico imediatamente”, diz ela. isso pode ser um sinal de uma infecção que pode viajar para cima para o útero e isso pode trazer sangramento pode ser um sinal de um problema em geral.

As mulheres grávidas também devem estar cientes de que, se o seu parceiro tem uma doença sexualmente transmissível, eles ainda precisam  usar um método de barreira de contracepção , tais como preservativos , para se proteger.

“A maioria das pessoas pensa, ‘estou grávida, eu não preciso de contracepção ‘, mas você ainda precisa de um método de barreira para proteção contra doenças sexualmente transmissíveis “, diz Manju Monga, MD, o Berel Realizada Professor e diretor da divisão de medicina materno-fetal na Universidade do Texas Health Sciences Center, em Houston.

falando sobre sexo durante a gravidez

“Discutimos a relação sexual na discussão pré-natal geral, porque uns montes de mulheres se sentem desconfortáveis para falar “, diz Foreman. “Nós podemos lhes dizer o que é e não é OK.”

“Os médicos que atendem pacientes grávidas de baixo risco em uma base dia-a-dia discute sexo na primeira consulta pré-natal, mas eu tento a ver as mulheres mais tarde em sua gravidez, quando eles desenvolvem complicações.”

A linha inferior quando se trata de sexo durante a gravidez é “para se divertir, ouvir o seu corpo, e estar aberta com seu parceiro”, diz Salache.

 

A maioria das mulheres que estão tendo uma gravidez normal pode continuar a ter relações sexuais mesmo até suas pausas de água . Existem algumas circunstâncias, no entanto, em que pode ser necessário modificar a sua atividade ou se abster de sexo por completo por parte ou a totalidade de sua gravidez. A sua parteira ou médico deve informá-lo se você tem – ou desenvolveu quaisquer complicações advinda do ato sexual . Se você estiver incerto, pergunte ao seu médico.

Será que o sexo durante a gravidez prejudica o bebê?

Não, um bebê não será ferido quando uma mulher grávida e seu parceiro fazem amor. O saco amniótico e os músculos fortes do útero proteger o bebê, e a espessura tampão mucoso que sela o colo do útero ajuda a proteger contra a infecção. Durante a relação sexual, o pênis não vai além da vagina, por isso não vai atingir o bebê.

se você tem uma gravidez normal, de baixo risco. A estimulação sexual ou orgasmo não pode iniciar o trabalho ou provocar um aborto espontâneo. Enquanto o orgasmo pode causar contracções uterinas leves as contrações são geralmente temporárias e inofensivas.

Será que sinto diferente no sexo agora que estou grávida?

Se o seu interesse em sexo tem diminuído, aprender mais sobre segurança no sexo durante a gravidez. Ver todos os vídeos de gravidez.

Muitas mulheres relatam que o sente diferente ao fazer sexo durante a gravidez. Algumas acham que é mais agradável pelo menos às vezes.

O aumento do fluxo sanguíneo para a área pélvica pode causar ingurgitamento dos órgãos genitais. A sensação aumentada que os resultados podem aumentar seu prazer durante o sexo. Você pode ter corrimento vaginal mais umidade, o que também poderia ser um plus.

Por outro lado, você pode não gostar de como essas mudanças se sente e pode achar que o ingurgitamento genital dá-lhe uma sensação desconfortável de plenitude. E, como mencionado acima, você também pode sentir algumas suaves cólicas abdominais ou contrações durante ou imediatamente após a relação sexual ou orgasmo.

Seus seios podem sentir formigamento, suave, e excepcionalmente sensível ao toque, especialmente no primeiro trimestre. A ternura geralmente desaparece, mas seus seios podem ficar mais sensíveis. Algumas mulheres vai ter esta sensibilidade.

Observe como seu corpo muda e abre espaço para o desenvolvimento do bebê durante a gravidez. Ver todos os vídeos de gravidez

Deixe seu parceiro saber que se sente desconfortável, mesmo que seja algo que vocês estão acostumados a fazer juntos.

Lembre-se, também, que não há mais a intimidade física que o sexo. Se você não sentir vontade de fazer sexo ou o seu médico o aconselhou a não fazer, você ainda pode abraçar, beijar e acariciar um ao outro.

Eu não tenho desejo sexual desde que engravidei. Isso é normal?



Há uma ampla gama de experiências individuais quando se trata de desejo sexual durante a gravidez. Algumas mulheres têm uma libido (desejo sexual) aumentada durante a gravidez, enquanto outras acham que elas estão menos interessadas em sexo. Muitas mulheres acham que seu apetite sexual oscila, talvez, dependendo de como elas estão sentindo outra forma fisicamente e emocionalmente.

Você pode sentir-se muito cansada, temperamental, ou ter náuseas ao fazer amor, especialmente no primeiro trimestre. Não é incomum sentir-se oprimida pelas mudanças físicas e emocionais que você está passando. Mas tome o coração – você pode achar que a sua libido retorna no segundo trimestre.

Também não é incomum, no entanto, por desejo de diminuir novamente no terceiro trimestre, em particular no último mês ou dois. Neste ponto, você pode estar muito grande, dolorida, ou exausta para fazer amor confortavelmente. Você pode se sentir auto-consciente sobre como seu corpo mudou ou preocupado com a aproximação do parto e nascimento.

Deixe seu parceiro saber como você se sente e assegurar-lhe que você ainda o ama. É crucial para manter as linhas de comunicação abertas e apoiar uns aos outros da melhor maneira possível como você passa por essas mudanças juntos.

Será que minha gravidez afeta a sexualidade do meu marido?

A maioria dos parceiros encontra a sua amante grávida tão atraente como sempre, ou até mais, embora nem todos o fazem. Mas existem todos os tipos de razões que o desejo do parceiro pode ser atenuado pelo menos parte do tempo durante a sua gravidez. Por exemplo, o seu parceiro pode estar apreensivo sobre os encargos da paternidade, e que a ansiedade pode afetar o desejo sexual.

Provavelmente, o motivo mais comum que os homens se tornam mais experimental sobre o sexo durante a gravidez é o medo de que a relação vai machucar o bebê. Se o seu parceiro necessita de garantias sobre a segurança do sexo durante a gravidez, leva-o com você para sua próxima consulta pré-natal.

O mais importante, falar um com o outro sobre seus medos e ansiedades, bem como suas necessidades e desejos. A comunicação aberta pode aliviar muita tensão e permitir que você relaxe.

Desfrutar um do outro, e encontrar maneiras de ser íntimo, se você está ou não tendo relações sexuais.

Como posso me proteger de infecções sexualmente transmissíveis?

Se você está em risco de infecções sexualmente transmissíveis (DST) – ou seja, você não está em um relacionamento monogâmico com um parceiro não infectado – você deve abster-se de relações sexuais ou, pelo menos, o uso de preservativos de látex a cada vez que tiver relações sexuais. Se látex não é uma boa opção para você, use preservativos de poliuretano do sexo masculino ou do sexo feminino.

Quais são as melhores posições sexuais quando estou grávida?

Você pode ter que experimentar para encontrar as posições que são confortáveis para você. Encontrar uma posição confortável para a relação se torna mais um desafio como sua barriga que cresce.

Por exemplo, a posição do missionário (homem por cima) torna-se cada vez mais difícil como a gravidez avança e é quase impossível no final da gravidez. (Se você não usar esta posição após o primeiro trimestre, calçar um travesseiro debaixo de você assim que você está inclinado e não plana sobre suas costas , e certifique-se que seu parceiro apoia-se assim o seu peso não está em seu abdômen.)

Que tipo de sintomas devo chamar o meu médico ou parteira?

É normal sentir algumas cólicas durante ou logo após a relação sexual ou orgasmo, mas se não ir embora depois de alguns minutos, ou se você tiver qualquer dor ou sangramento após a relação sexual, ligue para o seu cuidador.

Não hesite em falar com o seu médico ou parteira, sempre que tiver dúvidas ou preocupações sobre sexo, especialmente se você não tiver certeza se você precisa abster-se ou tiver receios sobre a segurança do bebê.

Sempre procurem um profissional de saúde e converse com ele e tire suas dúvidas quanto ao sexo durante a gravidez.



 

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FALTA DE DESEJO SEXUAL NA MULHER

Quando você perdeu o desejo sexual

 Libido

Está perdendo o interesse sobre sexo? Se você é uma mulher e sua resposta for sim, você certamente não está sozinha. Perda de interesse é o problema sexual mais comumente relatado para as mulheres. É um problema que é, em grande parte solucionáveis ​​- seja por meio de intervenção médica, a ajuda de um psicólogo, ou mesmo apenas uma compreensão mais precisa do que está causando isso. Mas, quando você começar a resolver o problema, é importante ter em mente que não há problema em si – a perda de interesse, e então há a maneira como você se sente sobre o problema (que pode ser uma carga pesada em si).

Pesquisadores da Universidade de Monash, em Melbourne, Austrália, recentemente conversou com mulheres que procuraram tratamento para a perda de interesse sexual. Alguns temas comuns surgiram tais como

Aflição pessoal: Mulheres lutou com o sentimento de culpa, tristeza, inadequada, frustrada e envergonhada. Eles também relataram que as suas preocupações sexuais reduziu a sua auto-estima.

Se você pode se relacionar a estas preocupações, é importante lembrar que você não está sozinho – muitas mulheres experimentam o mesmo problema. Perder o interesse sexual não significa que há algo fundamentalmente errado com você.

Na verdade, o problema real pode ter mais a ver com as suas expectativas. Se você espera apenas tornar-se espontaneamente fisicamente excitada, então você pode estar se preparando para a decepção. As mulheres estão ligadas de forma diferente do que os homens e que a forma como a mídia muitas vezes retrata como elas “deveriam” ser.Mulheres em relacionamentos de longo prazo com frequência sentir sexual apenas depois de sentir intimidade emocional; e, em seguida, muitas vezes, só depois de tomar a decisão sentir sexualmente íntima e começando a fazê-lo. Se você sentir que você tem um problema, mesmo dentro deste contexto, é apenas um aspecto da sua vida que você pode trabalhar em – embora importante.

Preocupações de relacionamento: Muitas mulheres preocupadas com o efeito negativo seu desinteresse sexual teria sobre seu parceiro. Em minha experiência clínica, mesmo quando os parceiros são favoráveis, as mulheres continuam preocupadas com os efeitos que tem sobre a sua intimidade.

Esta preocupação tem fundamento, e você pode ter preocupações semelhantes, mas é importante manter esses pensamentos em proporção. Quando você está em um relacionamento amoroso saudável, você pode manter a intimidade emocional como você trabalha no aspecto sexual de seu relacionamento. Claro, é importante deixar claro para o seu parceiro que seu desinteresse sexual não é sobre ele. E então você pode trabalhar em conjunto com o seu parceiro para encontrar soluções. Por exemplo, você pode dar a cada outras massagens sensualmente despertando sem a intenção dele levando a sexo. Se tanto o respeito que você precisa para o fogo até o seu interesse sexual, então isso pode se tornar uma parte natural de seu relacionamento.

A preocupação com a deficiência de hormônio: Muitas mulheres no estudo, especialmente aquelas que estavam pré-menopausa ou totalmente na menopausa, preocupada que seu problema foi decorrente de uma falta de hormônios necessários para o interesse sexual.

Quando eu falo com as mulheres que têm essa preocupação, nós revemos a sua história para avaliar se o problema parece corresponder a determinados eventos de base biológica, como a menopausa ou tratamentos médicos, como quimioterapia. E sugiro que consulte o seu médico para acompanhar a consulta médica. Os problemas sexuais podem ser multi-facetada, por isso pode ser muito útil para ter um profissional – ou mais de um – ajudá-lo a avaliar o seu problema e os sentimentos que você tem sobre ele.

Conforme o estudo, e como eu já vi no trabalho com pacientes, é muito comum sentir angústia sobre mudanças em sua libido. E esta angústia pode adicionar ao problema em si e torná-lo mais difícil de encontrar uma solução. Se você levar algum tempo para resolver as suas preocupações, você pode aliviar suas preocupações e começar a encontrar maneiras de recuperar o seu interesse sexual.

Por Leslie Becker-Phelps, PhD

As informações para o site www.avidaplenadesaude.com.br são apenas para fins educacionais gerais. Elas podem ou não ser relevantes para a sua situação particular; e não devem ser consideradas como um substituto para aconselhamento profissional individual, diagnóstico ou tratamento. Se precisar de ajuda para um problema emocional ou comportamental, por favor, procure a ajuda de um psicólogo ou outro profissional de saúde mental qualificado.

 

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