meditação diária Nuvem e Fogo

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

26 de março – Pág. 91 – Nuvem e Fogo

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Ele estendeu uma nuvem que lhes servisse de toldo e um fogo para os alumiar de noite. Salmos 105:39.

“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar” (Êxodo 13:21). … O estandarte de seu Chefe invisível estava sempre com eles. De dia a nuvem guiava as suas jornadas, ou estendia-se como uma cobertura por sobre a multidão. Servia de proteção contra o calor ardente, e pela sua frescura e umidade proporcionava agradável refrigério no deserto ressequido e sedento. À noite, tornava-se em coluna de fogo, iluminando-lhes o acampamento, e assegurando-lhes constantemente a presença divina.

Em uma das mais belas e consoladoras passagens da profecia de Isaías, faz-se referência à coluna de nuvem e de fogo para representar o cuidado de Deus pelo Seu povo, na grande luta final com os poderes do mal: “E criará o Senhor sobre toda a habitação do Monte de Sião, e sobre as suas congregações, uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um resplendor de fogo chamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção. E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia; e para refúgio e esconderijo contra a tempestade, e contra a chuva” (Isaías 4:5 e 6). Patriarcas e Profetas, págs. 282 e 283.

No tempo de prova que está perante nós, a divina promessa de segurança cumprir-se-á nos que guardaram a palavra da Sua paciência. Cristo dirá aos que Lhe forem fiéis: “Vai pois, povo Meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira” (Isaías 26:20). O Leão de Judá, tão terrível com os que Lhe rejeitam a graça, será o Cordeiro de Deus para os obedientes e fiéis. A coluna de nuvem, que representa ira e terror para o transgressor da lei de Deus, é luz e misericórdia e livramento para os que tenham guardado os Seus mandamentos. O braço enérgico para ferir os rebeldes, será forte para libertar os leais. Todos quantos forem fiéis serão ajuntados. “E Ele enviará os Seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os Seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31). Testemunhos Seletos, vol. 3, pág.11



 

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reflexão meditação diádia Somente pela graça

Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. 2 Coríntios 12:9, NVI

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Por nós mesmos, é impossível escapar ao abismo do pecado em que estamos afundados. Nosso coração é mau, e não podemos mudá-lo. “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!” (Jó 14:4). “O pendor da carne é inimizade contra Deus” (Rm 8:7). A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todas essas coisas têm sua importância; porém, nesse caso, não têm poder para mudar a situação. Podem até produzir um comportamento aparentemente correto, mas não transformar o coração nem purificar as fontes da vida. É preciso que haja um poder no interior, uma vida nova vinda do alto, para que as pessoas passem do estado pecaminoso para a santidade. Esse poder é Cristo. Somente Sua graça poderá vitalizar as inertes faculdades espirituais e atrair a pessoa para Deus, para a santidade.

O Salvador disse: “Se alguém não nascer de novo”, ou seja, a menos que receba um novo coração, novos desejos, propósitos e motivos, e passe a viver uma vida nova, “não pode ver o reino de Deus” (Jo 3:3). A ideia de que é preciso apenas desenvolver o bem que existe naturalmente dentro da pessoa é um engano fatal. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe pare­cem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). “Não te admires de Eu te dizer: importa-vos nascer de novo” (Jo 3:7). Está escrito acerca de Cristo: “A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens” (Jo 1:4). Ele é o único “nome, dado entre os homens, pelo qual importa que seja­mos salvos” (At 4:12).

Não basta perceber o compassivo amor de Deus, enxergar a benevolência, a bondade paternal do Seu caráter. Não basta discernir a sabedoria e justiça da Sua lei para ver que ela está alicerçada sobre o eterno princípio do amor. O após­tolo Paulo viu tudo isso quando exclamou: “Consinto com a lei, que é boa”. “A lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.” Porém, em desespero, acrescen­tou com o coração amargurado: “Sou carnal, vendido à escravidão do pecado” (Rm 7:16, 12-14). Ele anelava a pureza, a justiça, coisas que, por si mesmo, não tinha forças para alcançar e clamou: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:24). Esse é o clamor que vem de corações atribulados em todas as terras e em todas as épocas. Para todos, existe uma res­posta: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29) (Caminho a Cristo, p. 18, 19).



 

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meditação reflexão diaria Perfeição

Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5:48

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A condição para a vida eterna ainda é a mesma que sempre foi: perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça, exatamente como era no Paraíso, antes da queda de nossos primeiros pais. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, a felicidade de todo o universo estaria em perigo. Estaria aberto o caminho para que o pecado, com toda a sua miséria, se perpetuasse.

Antes da queda, Adão podia apresentar um caráter justo, mediante a obedi­ência à lei de Deus. Entretanto, ele fracassou. Em razão de seu pecado, nossa natu­reza se acha decaída. Não podemos, por nós mesmos, alcançar a justiça. Pelo fato de sermos pecadores, profanos, somos incapazes de obedecer perfeitamente à santa lei. Não temos em nós mesmos a justiça necessária para satisfazer as exigên­cias da lei de Deus. No entanto, Cristo nos providenciou uma solução. Ele viveu na Terra em meio a provas e tentações iguais às que temos de enfrentar. E viveu uma vida sem pecar. Morreu por nós e agora Se oferece para tirar-nos os peca­dos e dar-nos Sua justiça. Ao entregar-se a Ele, aceitando-O como seu Salvador, você, por causa dEle, será considerado justo, não importa quão pecaminosa possa ter sido a sua vida. O caráter de Cristo substituirá o seu caráter, e você será aceito diante de Deus exatamente como se não houvesse pecado.

Além de tudo isso, Cristo transformará seu coração. Ali, pela fé, Ele vai habi­tar. Por meio da fé e de uma contínua submissão de sua vontade a Ele, você deve manter essa ligação com Cristo. Assim fazendo, Ele operará em você o querer e o realizar, segundo a vontade dEle. Você poderá dizer: “E esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim” (Gl 2:20). Assim disse Jesus a Seus discípulos: “Não sois vós os que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós” (Mt 10:20). Assim, por intermédio de Cristo, você manifestará o mesmo espírito e as mesmas boas obras – obras de justiça e obediência.

Portanto, nada temos pelo que nos vangloriar, nenhum motivo para exalta­ção própria. Nossa única razão para a esperança está na justiça de Cristo que nos é imputada, como resultado da obra do Espírito Santo, o qual atua em nós e por nosso intermédio (Caminho a Cristo, p. 62, 63).



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