meditação diária Nuvem e Fogo

Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, 1971.

26 de março – Pág. 91 – Nuvem e Fogo

meditacao-diaria



Ele estendeu uma nuvem que lhes servisse de toldo e um fogo para os alumiar de noite. Salmos 105:39.

“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar” (Êxodo 13:21). … O estandarte de seu Chefe invisível estava sempre com eles. De dia a nuvem guiava as suas jornadas, ou estendia-se como uma cobertura por sobre a multidão. Servia de proteção contra o calor ardente, e pela sua frescura e umidade proporcionava agradável refrigério no deserto ressequido e sedento. À noite, tornava-se em coluna de fogo, iluminando-lhes o acampamento, e assegurando-lhes constantemente a presença divina.

Em uma das mais belas e consoladoras passagens da profecia de Isaías, faz-se referência à coluna de nuvem e de fogo para representar o cuidado de Deus pelo Seu povo, na grande luta final com os poderes do mal: “E criará o Senhor sobre toda a habitação do Monte de Sião, e sobre as suas congregações, uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um resplendor de fogo chamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção. E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia; e para refúgio e esconderijo contra a tempestade, e contra a chuva” (Isaías 4:5 e 6). Patriarcas e Profetas, págs. 282 e 283.

No tempo de prova que está perante nós, a divina promessa de segurança cumprir-se-á nos que guardaram a palavra da Sua paciência. Cristo dirá aos que Lhe forem fiéis: “Vai pois, povo Meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira” (Isaías 26:20). O Leão de Judá, tão terrível com os que Lhe rejeitam a graça, será o Cordeiro de Deus para os obedientes e fiéis. A coluna de nuvem, que representa ira e terror para o transgressor da lei de Deus, é luz e misericórdia e livramento para os que tenham guardado os Seus mandamentos. O braço enérgico para ferir os rebeldes, será forte para libertar os leais. Todos quantos forem fiéis serão ajuntados. “E Ele enviará os Seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os Seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31). Testemunhos Seletos, vol. 3, pág.11



 

tag: meditação matinal, meditação diária,reflexão diária, meditação ellen white, meditação adventista


reflexão meditação diádia Somente pela graça

Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. 2 Coríntios 12:9, NVI

meditacao-diaria





Por nós mesmos, é impossível escapar ao abismo do pecado em que estamos afundados. Nosso coração é mau, e não podemos mudá-lo. “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!” (Jó 14:4). “O pendor da carne é inimizade contra Deus” (Rm 8:7). A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todas essas coisas têm sua importância; porém, nesse caso, não têm poder para mudar a situação. Podem até produzir um comportamento aparentemente correto, mas não transformar o coração nem purificar as fontes da vida. É preciso que haja um poder no interior, uma vida nova vinda do alto, para que as pessoas passem do estado pecaminoso para a santidade. Esse poder é Cristo. Somente Sua graça poderá vitalizar as inertes faculdades espirituais e atrair a pessoa para Deus, para a santidade.

O Salvador disse: “Se alguém não nascer de novo”, ou seja, a menos que receba um novo coração, novos desejos, propósitos e motivos, e passe a viver uma vida nova, “não pode ver o reino de Deus” (Jo 3:3). A ideia de que é preciso apenas desenvolver o bem que existe naturalmente dentro da pessoa é um engano fatal. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe pare­cem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). “Não te admires de Eu te dizer: importa-vos nascer de novo” (Jo 3:7). Está escrito acerca de Cristo: “A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens” (Jo 1:4). Ele é o único “nome, dado entre os homens, pelo qual importa que seja­mos salvos” (At 4:12).

Não basta perceber o compassivo amor de Deus, enxergar a benevolência, a bondade paternal do Seu caráter. Não basta discernir a sabedoria e justiça da Sua lei para ver que ela está alicerçada sobre o eterno princípio do amor. O após­tolo Paulo viu tudo isso quando exclamou: “Consinto com a lei, que é boa”. “A lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.” Porém, em desespero, acrescen­tou com o coração amargurado: “Sou carnal, vendido à escravidão do pecado” (Rm 7:16, 12-14). Ele anelava a pureza, a justiça, coisas que, por si mesmo, não tinha forças para alcançar e clamou: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:24). Esse é o clamor que vem de corações atribulados em todas as terras e em todas as épocas. Para todos, existe uma res­posta: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29) (Caminho a Cristo, p. 18, 19).



 

reflexão diária, meditação diária, a caminho do lar, meditação adventista, iasd


meditação reflexão diaria Perfeição

Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5:48

meditacao-diaria





A condição para a vida eterna ainda é a mesma que sempre foi: perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça, exatamente como era no Paraíso, antes da queda de nossos primeiros pais. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, a felicidade de todo o universo estaria em perigo. Estaria aberto o caminho para que o pecado, com toda a sua miséria, se perpetuasse.

Antes da queda, Adão podia apresentar um caráter justo, mediante a obedi­ência à lei de Deus. Entretanto, ele fracassou. Em razão de seu pecado, nossa natu­reza se acha decaída. Não podemos, por nós mesmos, alcançar a justiça. Pelo fato de sermos pecadores, profanos, somos incapazes de obedecer perfeitamente à santa lei. Não temos em nós mesmos a justiça necessária para satisfazer as exigên­cias da lei de Deus. No entanto, Cristo nos providenciou uma solução. Ele viveu na Terra em meio a provas e tentações iguais às que temos de enfrentar. E viveu uma vida sem pecar. Morreu por nós e agora Se oferece para tirar-nos os peca­dos e dar-nos Sua justiça. Ao entregar-se a Ele, aceitando-O como seu Salvador, você, por causa dEle, será considerado justo, não importa quão pecaminosa possa ter sido a sua vida. O caráter de Cristo substituirá o seu caráter, e você será aceito diante de Deus exatamente como se não houvesse pecado.

Além de tudo isso, Cristo transformará seu coração. Ali, pela fé, Ele vai habi­tar. Por meio da fé e de uma contínua submissão de sua vontade a Ele, você deve manter essa ligação com Cristo. Assim fazendo, Ele operará em você o querer e o realizar, segundo a vontade dEle. Você poderá dizer: “E esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim” (Gl 2:20). Assim disse Jesus a Seus discípulos: “Não sois vós os que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós” (Mt 10:20). Assim, por intermédio de Cristo, você manifestará o mesmo espírito e as mesmas boas obras – obras de justiça e obediência.

Portanto, nada temos pelo que nos vangloriar, nenhum motivo para exalta­ção própria. Nossa única razão para a esperança está na justiça de Cristo que nos é imputada, como resultado da obra do Espírito Santo, o qual atua em nós e por nosso intermédio (Caminho a Cristo, p. 62, 63).



meditação diária, reflexão diária, igreja adventista, a caminho do céu,iasd


meditação diária Assim como estamos

Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados. Mateus 11:28

meditacao-diaria





Alguns pensam que precisam passar por uma prova, e assim demonstrar primeiramente ao Senhor que estão reformados, antes de poder pedir Sua bênção. Entretanto, eles podem pedir a bênção de Deus agora mesmo. Eles pre­cisam de Sua graça, o Espírito de Cristo, para ajudá-los em suas fraquezas, ou não poderão resistir ao mal. Jesus deseja que nos cheguemos a Ele assim como estamos, pecaminosos, desamparados e dependentes. Devemos ir com todas as nossas fraquezas, leviandade e pecaminosidade, e lançar-nos a Seus pés. Ele Se alegra ao envolver-nos em Seus braços de amor, curar nossas feridas e purificar-nos de toda impureza.

É nesse ponto que milhares fracassam. Não creem que Jesus lhes perdoa pes­soalmente e de modo individual. Não põem à prova o que Deus diz. É privilégio de todos os que aceitam as condições saber verificar, por si mesmos, que o per­dão é oferecido amplamente para cada pecado. Afaste qualquer suspeita de que as promessas de Deus não são para você. Elas são direcionadas a cada transgres­sor que se arrepende. Força e graça foram dadas por meio de Cristo para serem levadas por anjos ministradores a todo aquele que crê. Ninguém é tão pecador que não possa encontrar força, pureza e justiça em Jesus, que por todos morreu. Ele anela livrar os pecadores de suas vestes manchadas e poluídas pelo pecado, e vestir neles as vestes brancas da justiça. Ele insiste para que vivam, e não morram.

Deus não nos trata como os seres humanos tratam uns aos outros. Seus pen­samentos são pensamentos de misericórdia, amor e terna compaixão. Ele diz: “Deixe o perverso o seu caminho, e o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55:7). “Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem” (Is 44:22). “Não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei” (Ez 18:32).

Satanás está pronto para nos roubar as benditas promessas de Deus. Ele quer arrebatar do coração cada lampejo de esperança e todo raio de luz; mas você não deve permitir que ele faça isso. Não dê ouvidos ao tentador, mas diga: “Jesus mor­reu para que eu pudesse viver. Ele me ama e não quer que eu pereça. Tenho um Pai celestial compassivo” (Caminho a Cristo, p. 52, 53).



meditacao diária, reflexão diária,a caminho do lar, iasd, igreja adventista


meditação diária A intercessão de Cristo

Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. Hebreus 4:76

meditacao-diaria





O santuário no Céu é o centro da obra de Cristo em favor dos seres humanos. Diz respeito a cada pessoa que vive sobre a Terra. Patenteia-nos o plano da redenção, transportando-nos mesmo até ao final do tempo e revelando o desfe­cho triunfante da controvérsia entre a justiça e o pecado. É da máxima importân­cia que todos investiguem acuradamente esses assuntos e possam dar resposta a qualquer um que lhes peça a razão da esperança que neles há.

A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do ser humano, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte, iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de res­surgir. Pela fé, devemos adentrar o interior do véu, onde nosso Precursor entrou por nós (Hb 6:20). Ali se reflete a luz da cruz do Calvário. Ali podemos obter intuição mais clara dos mistérios da redenção. A salvação das pessoas se efetua a preço infinito para o Céu; o sacrifício feito é igual aos mais amplos requisitos da violada lei de Deus. Jesus abriu o caminho para o trono do Pai e, por meio de Sua mediação, pode ser apresentado a Deus o desejo sincero de todos os que a Ele se chegam pela fé. […]

Vivemos hoje no grande dia da expiação. No cerimonial típico, enquanto o sumo sacerdote fazia expiação por Israel, exigia-se de todos que afligissem a alma pelo arrependimento do pecado e pela humilhação, perante o Senhor, para que não acontecesse serem extirpados dentre o povo. De igual modo, todos quan­tos desejem que seu nome seja conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel. O espírito leviano e superficial, alimentado por tantos cristãos professos, deve ser deixado. Há uma luta intensa diante de todos os que dese­jam subjugar as más tendências que insistem em predominar. A obra de prepa­ração é uma obra individual. Não somos salvos em grupo. A pureza e devoção de um não suprirão a falta dessas qualidades em outro. Embora todas as nações devam passar em juízo perante Deus, Ele examinará o caso de cada indivíduo, com um exame tão íntimo e profundo como se não houvesse outro ser na Terra (O Grande Conflito, p. 488-490).



 

tags: meditação diária, reflexão diária, meditação adventista, a caminho do lar


A coroação de Cristo e suas consequências

Jesus […] está assentado à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2

meditacao-diaria





meditação a caminho do lar

A ascensão de Cristo ao Céu foi, para Seus seguidores, um sinal de que estavam para receber a bênção prometida. Por ela, deveriam esperar antes de iniciar a obra que lhes fora ordenada. Ao transpor as portas celestiais, foi Jesus entronizado em meio à adoração dos anjos. Tão logo foi essa cerimônia conclu­ída, o Espírito Santo desceu em ricas torrentes sobre os discípulos, e Cristo foi, de fato, glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eterni­dade. O derramamento pentecostal foi uma comunicação do Céu de que a con­firmação do Redentor havia sido feita. De conformidade com Sua promessa, Jesus enviou do Céu o Espírito Santo sobre Seus seguidores, em sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebera todo o poder no Céu e na Terra, tornando-Se o Ungido sobre Seu povo. […]

Durante Sua vida na Terra, Ele semeara a semente da verdade e a regara com Seu sangue. As conversões ocorridas no dia do Pentecostes foram resultado dessa semeadura, a colheita da obra de Cristo, revelando o poder de Seus ensinos.

Apenas os argumentos dos apóstolos, conquanto convincentes e claros, não teriam removido o preconceito que resistira a tanta evidência. Porém, o Espírito Santo, com divino poder, convenceu os corações pelos argumentos. As palavras dos apóstolos eram como afiadas setas do Todo-poderoso, convencendo as pes­soas de sua terrível culpa por haverem rejeitado e crucificado o Senhor da glória.

Sob a influência dos ensinos de Cristo, os discípulos tinham sido induzidos a sentir sua necessidade do Espírito. Mediante a instrução do Espírito receberam a habilitação final, saindo no desempenho de sua vocação. Não mais eram igno­rantes e iletrados. Haviam deixado de ser um grupo de unidades independen­tes, ou elementos discordantes em conflito. Sua esperança não mais repousava sobre a grandeza terrestre. Todos eram “unânimes” (At 2:46) e “era um o coração e a alma da multidão dos que criam” (At 4:32, ARC). Cristo lhes enchia os pensa­mentos; e eles visavam ao progresso de Seu reino. Na mente e no caráter, haviam se tornado semelhantes a Seu Mestre. […]

O Pentecostes trouxe-lhes uma iluminação celestial. As verdades que não puderam compreender enquanto Cristo estava com eles, eram agora reveladas. Com uma fé e certeza que nunca antes conheceram, aceitaram os ensinamen­tos da Sagrada Palavra (Atos dos Apóstolos, p. 38, 39, 45, 46).



tag: meditação diária, reflexão diária, meditação adventista, a caminho do lar


meditação diária Ele é o Rei da glória

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória. Salmo 24-7

meditacao-diaria





Chegou o momento de Cristo ascender ao trono do Pai. Estava prestes a vol­tar para as cortes celestiais, como divino vencedor, levando consigo os tro­féus da vitória. […]

Com os onze discípulos, Jesus dirige-Se agora para o monte. Ao passarem pela porta de Jerusalém, muitos olhares curiosos seguem o pequeno grupo, che­fiado por Aquele que, poucas semanas antes, fora condenado pelos principais, e crucificado. […]

Com as mãos estendidas numa bênção, e como numa firme promessa de Seu protetor cuidado, Jesus ascende lentamente dentre eles, atraído para o céu por um poder mais forte que qualquer atração terrestre. […]

Enquanto os discípulos continuam a olhar para cima, ouvem, como música agradável, vozes que se dirigem a eles. Voltam-se e veem dois anjos em forma humana, os quais lhes falam, dizendo: “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao Céu, voltará da mesma forma como O viram subir” (At 1:11, NVI).

Esses anjos eram do grupo que estivera esperando, em uma nuvem brilhante, para acompanhar Jesus à morada celestial. Os mais exaltados, dentre a multidão angélica, eram os dois que foram ao sepulcro na ressurreição de Cristo e, com Ele, estiveram durante sua vida na Terra. Ardente era o desejo com que o Céu aguar­dava o fim de Sua estada num mundo manchado pela maldição do pecado. […]

Todo o Céu estava esperando para saudar o Salvador à Sua chegada às cor­tes celestiais. Ao ascender, abriu Ele o caminho, e a multidão de cativos libertos à Sua ressurreição O seguiu. A hoste celestial, com brados de alegria e aclamações de louvor e cântico celestial, tomava parte na jubilosa comitiva.

Ao aproximar-se da cidade de Deus, os anjos que compõem o séquito can­tam, como em desafio:

“Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória”! (O Desejado de Todas as Nações, p. 829-833).



 

meditação diária,reflexão diária, igreja meditação adventista.


meditação diária Ele ressuscitou

Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde Ele jazia. Mateus 28:6

meditacao-diaria





Um terremoto assinalara a hora em que Jesus depusera a vida. Outro terremoto indicou o momento em que a retomou em triunfo. Aquele que ven­cera a morte e a sepultura saiu do túmulo com o passo do vencedor, por entre o cambalear da terra, o fuzilar dos relâmpagos e o ribombar dos trovões. […]

Cristo saiu do sepulcro glorificado, e a guarda romana O contemplou. Seus olhos fixaram-se no rosto dAquele a quem, pouco antes, tinham escarnecido e ridicularizado. Nesse Ser glorificado, viram o Prisioneiro que tinham contem­plado no tribunal, aquele para quem haviam tecido uma coroa de espinhos. […]

À vista dos anjos e do Salvador glorificado, os guardas romanos desmaiaram e ficaram como mortos. Quando a comitiva celestial foi oculta a seus olhos, eles se ergueram e, tão rápido como lhes permitiram os trêmulos membros, encami­nharam-se para a porta do horto. Cambaleando como bêbados, precipitaram-se para a cidade, dando as maravilhosas novas àqueles com quem se encontravam. Iam em busca de Pilatos, mas sua narração foi levada às autoridades judaicas, e os principais dos sacerdotes e os príncipes mandaram buscá-los primeiramente à sua presença. O aspecto daqueles soldados era estranho. Tremendo de temor, faces desmaiadas, testificaram da ressurreição de Cristo. Disseram tudo, exatamente como tinham visto; não haviam tido tempo de pensar ou falar qualquer coisa que não fosse a verdade. Com voz dolorosa, disseram: “Foi o Filho de Deus que foi crucificado; ouvimos um anjo proclamá-Lo a Majestade do Céu, o Rei da glória.”

O rosto dos sacerdotes estava como o de um morto. Caifás tentou falar. Seus lábios se moveram, mas não conseguiram emitir nenhum som. […] Uma história mentirosa foi então posta na boca dos soldados. […]

Quando Jesus foi posto no sepulcro, Satanás triunfou. Ousou esperar que o Salvador não retomaria novamente a vida. Reclamava o corpo do Senhor e pôs sua guarda em torno do túmulo, procurando manter Cristo prisioneiro. Ficou furioso quando seus anjos fugiram diante do mensageiro celestial. Ao ver Cristo sair em triunfo, compreendeu que seu reino se acabaria, e que ele devia morrer afinal (O Desejado de Todas as Nações, p. 780-782).



 

tag: meditação diária, reflexão, meditação adventista


reflexão meditação diária Está consumado

Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. João 19:30

meditacao-diaria





Satanás torturava com cruéis tentações o coração de Jesus. O Salvador não podia enxergar para além dos portais do sepulcro. A esperança não Lhe apre­sentava Sua saída da sepultura como vencedor, nem Lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus, que sua separação tivesse que ser eterna. Cristo sentiu a angústia que há de experi­mentar o pecador quando a misericórdia não mais interceder pela humanidade culpada. Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como subs­tituto do ser humano, que tornou tão amargo o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus. […]

Deus e Seus santos anjos estavam ao pé da cruz. O Pai estava com o Filho. Sua presença, no entanto, não foi revelada. Se Sua glória tivesse irrompido da nuvem, todo espectador humano teria sido morto. Naquele momento terrível, Cristo não deveria ser confortado com a presença do Pai. Pisou sozinho o lagar. […]

Para os anjos e os mundos não caídos, o brado “Está consumado” teve pro­funda significação. Fora em seu benefício, bem como no nosso, que se operara a grande obra da redenção. Eles compartilham conosco os frutos da vitória de Cristo.

Até a morte de Jesus, o caráter de Satanás não fora ainda claramente reve­lado aos anjos e mundos não caídos. O arquiapóstata se revestira por tal forma de engano, que mesmo os santos seres não lhe compreenderam os princípios. Não viram claramente a natureza de sua rebelião. […]

Era desígnio divino colocar as coisas numa base de segurança eterna, sendo decidido nos conselhos celestiais que se concedesse tempo a Satanás para desen­volver seus princípios, o fundamento de seu sistema de governo. Ele afirmava que estes eram superiores aos princípios divinos. Foi concedido tempo para que os princípios de Satanás operassem, a fim de serem vistos pelo universo celestial. […]

Bem podiam, pois, os anjos se regozijar ao contemplarem a cruz do Salvador. Embora não compreendessem ainda tudo, sabiam que a destruição do pecado e de Satanás fora para sempre assegurada, que a redenção do ser humano era certa e que o universo estava para sempre a salvo (O Desejado de Todas as Nações, p. 753, 754, 758, 759, 764).



 

tag: meditação diária, reflexão diária, devocional,. igreja adventista iasd, palaavra de Deus


reflexão meditação O ladrão arrependido

Jesus, lembra-Te de mim quando vieres no Teu reino. Lucas 23:42

meditacao-diaria





A Cristo, em Sua agonia na cruz, sobreveio um raio de conforto. Foi a súplica do ladrão arrependido. Ambos os homens que estavam crucificados com Jesus a princípio O injuriaram; e um deles, sob os sofrimentos, tornara-se cada vez mais agressivo e provocador. Assim não foi, porém, com o companheiro. Este não era um criminoso endurecido. Extraviara-se por más companhias, mas era menos culpado que muitos dos que ali se achavam ao pé da cruz, injuriando o Salvador. Vira e ouvira Jesus, e ficara convencido por Seus ensinos, mas dEle fora desviado pelos sacerdotes e príncipes. Procurando abafar a convicção, imergira mais e mais fundo no pecado, até que foi preso, julgado como criminoso e condenado a morrer na cruz. No tribunal e a caminho para o Calvário, estivera em companhia de Jesus. Ouvira Pilatos declarar: “Não acho nEle crime algum” (Jo 19:4). Notara-Lhe o porte divino, e Seu piedoso perdão aos que O atormenta­vam. Na cruz, vê os muitos grandes doutores religiosos estenderem desdenhosamente a língua, e ridicularizarem o Senhor Jesus. Vê o menear das cabeças. Ouve a ultrajante linguagem repetida por seu companheiro de culpa. “Não és Tu o Cristo? Salva-Te a Ti mesmo e a nós” (Lc 23:39). Ouve, entre os transeuntes, muitos a defenderem Jesus. Ouve-os repetindo-Lhe as palavras, narrando-Lhe as obras. Volve-lhe a convicção de que este é o Cristo. Voltando-se para seu compa­nheiro no crime, diz: “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?” (Lc 23:40). Os ladrões, à beira da morte, não mais têm a temer os seres huma­nos. Um deles, porém, é tomado pela convicção de que há um Deus a temer, um futuro a fazê-lo tremer. E agora, todo poluído pelo pecado como se acha, a his­tória de sua vida está a findar. “Nós, na verdade, com justiça”, geme ele, “porque recebemos o que nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez” (Lc 23:41). […]

O Espírito Santo ilumina sua mente, e pouco a pouco se liga a cadeia das pro­vas. Em Jesus ferido, zombado e pendente da cruz, vê o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Num misto de esperança e de agonia em sua voz, a desam­parada alma, prestes a morrer, atira-se sobre o agonizante Salvador. “Jesus, lem­bra-Te de mim quando vieres no Teu reino” (Lc 23:42).

A resposta veio rapidamente. Com voz suave e melodiosa, cheia de amor, de compaixão e de poder foram ditas as palavras: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso” (Lc 23:43, Trinitariana) (O Desejado de Todas as Nações, p. 749, 750).

Está consumado
24 de fevereiro

Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. João 19:30

Satanás torturava com cruéis tentações o coração de Jesus. O Salvador não podia enxergar para além dos portais do sepulcro. A esperança não Lhe apre­sentava Sua saída da sepultura como vencedor, nem Lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus, que sua separação tivesse que ser eterna. Cristo sentiu a angústia que há de experi­mentar o pecador quando a misericórdia não mais interceder pela humanidade culpada. Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como subs­tituto do ser humano, que tornou tão amargo o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus. […]

Deus e Seus santos anjos estavam ao pé da cruz. O Pai estava com o Filho. Sua presença, no entanto, não foi revelada. Se Sua glória tivesse irrompido da nuvem, todo espectador humano teria sido morto. Naquele momento terrível, Cristo não deveria ser confortado com a presença do Pai. Pisou sozinho o lagar. […]

Para os anjos e os mundos não caídos, o brado “Está consumado” teve pro­funda significação. Fora em seu benefício, bem como no nosso, que se operara a grande obra da redenção. Eles compartilham conosco os frutos da vitória de Cristo.

Até a morte de Jesus, o caráter de Satanás não fora ainda claramente reve­lado aos anjos e mundos não caídos. O arquiapóstata se revestira por tal forma de engano, que mesmo os santos seres não lhe compreenderam os princípios. Não viram claramente a natureza de sua rebelião. […]

Era desígnio divino colocar as coisas numa base de segurança eterna, sendo decidido nos conselhos celestiais que se concedesse tempo a Satanás para desen­volver seus princípios, o fundamento de seu sistema de governo. Ele afirmava que estes eram superiores aos princípios divinos. Foi concedido tempo para que os princípios de Satanás operassem, a fim de serem vistos pelo universo celestial. […]

Bem podiam, pois, os anjos se regozijar ao contemplarem a cruz do Salvador. Embora não compreendessem ainda tudo, sabiam que a destruição do pecado e de Satanás fora para sempre assegurada, que a redenção do ser humano era certa e que o universo estava para sempre a salvo (O Desejado de Todas as Nações, p. 753, 754, 758, 759, 764).



 

tag: reflexão diária, meditação diária, igreja adventista, iasd, palavra de Deus