Aspecto geral da saúde e boa forma.

Aspecto geral da saúde e boa forma.

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Saúde não é somente uma palavra que caracteriza a ausência de doenças, uma vez que esse conceito envolve aspectos mais amplos, como o bem-estar físico, mental e social. diante desses aspectos, fica claro que a promoção da saúde e boa forma depende de comportamentos individuais. Nesse contexto, propiciar às pessoas condições dignas de vida é um fator determinante na prevenção contra a ausência de saúde – o que não significa que devemos esperar somente intervenções externas para que, de fato, conquistemos uma boa saúde, boa forma e qualidade de vida.

Atualmente, observa-se um crescimento da busca pela beleza, boa forma e dos modelos propostos pelos segmentos da moda, de bens e serviços em torno do corpo perfeito e boa forma. O modelo de beleza corresponde a um corpo magro, sem considerar aspectos relacionados à saúde. O número de mulheres que se submetem a dietas para o controle de peso vem aumentando cada vez mais, e diante de tais considerações o presente estudo tem por objetivo realizar uma revisão bibliográfica e abstrair elementos sobre estética, boa forma e bem-estar.

Para a revisão foram abordados aspectos socioculturais que incentivam uma busca pelo corpo perfeito, bem como o corpo, a beleza, a estética, o aconselhamento nutricional. e a terapia cognitiva comportamental. A partir deste trabalho é possível concluir que a preocupação contínua com o corpo pode levar a dietas de controle de peso, Neste sentido, o atendimento nutricional é mais do que fornecer um padrão de dieta ou informação, representa a atuação de um efetivo modelo de reeducação alimentar, priorizando uma melhora no estilo e na qualidade de vida. O presente capítulo traz dados sobre a valorização estética e da beleza, através da nutrição.

Viver com saúde e boa forma são uma das preocupações que perpassa todos os segmentos da sociedade, principalmente o do público feminino.

As demarcações de um corpo bonito traduzem insígnias de uma nova ordem que se instaurou e que ganha destaque neste início de século: corpos fortes, torneados, magros e perfeitos. A sociedade de consumo atual não os exime das exigências quanto ao padrão de beleza que impõe, desconsiderando as inúmeras desigualdades e diversidades existentes.

A preocupação com o corpo saudável, e acima de tudo bonito atravessa contemporaneamente, os diferentes gêneros, faixas etárias e classes sociais.Atualmente observa-se um crescimento da busca pela beleza e dos modelos propostos pelos segmentos da moda, de bens e serviços em torno do corpo perfeito. O modelo de beleza corresponde a um corpo magro, sem considerar aspectos relacionados à saúde. A imagem corporal parece ser uma marca feminina, onde o número de mulheres que se submetem a dietas para o controle de peso vem aumentando gradativamente.

O padrão de beleza de corpo magro é veiculado a mensagens de sucesso, controle, aceitação e felicidade. Assim, mulheres acreditam que sendo magras, poderão alcançar todos os seus objetivos, sendo a perda de peso a solução para todos os seus problemas.

Entretanto, este padrão imposto como o ideal não respeita os diversos biótipos existentes e induz mulheres a se sentirem feias e a desejarem o emagrecimento. Para isso, diversas mulheres fazem dieta inadequadas como jejum prolongado, entre outros métodos sem se preocupar com os danos que podem causar a sua saúde.

Viver com saúde e boa forma são uma das preocupações que perpassa todos os segmentos da sociedade, principalmente o do público feminino.

As demarcações de um corpo bonito traduzem insígnias de uma nova ordem que se instaurou e que ganha destaque neste início de século: corpos fortes, torneados, magros e perfeitos. A sociedade de consumo atual não os exime das exigências quanto ao padrão de beleza que impõe, desconsiderando as inúmeras desigualdades e diversidades existentes.

A preocupação com o corpo saudável, e acima de tudo bonito atravessa contemporaneamente, os diferentes gêneros, faixas etárias e classes sociais.

Atualmente observa-se um crescimento da busca pela beleza e dos modelos propostos pelos segmentos da moda, de bens e serviços em torno do corpo perfeito. O modelo de beleza corresponde a um corpo magro, sem considerar aspectos relacionados à saúde. A imagem corporal parece ser uma marca feminina, onde o número de mulheres que se submetem a dietas para o controle de peso vem aumentando gradativamente.

O padrão de beleza de corpo magro é veiculado a mensagens de sucesso, controle, aceitação e felicidade. Assim, mulheres acreditam que sendo magras, poderão alcançar todos os seus objetivos, sendo a perda de peso a solução para todos os seus problemas. A alimentação humana envolve aspectos psicológicos, fisiológicos e socioculturais, se tornando um fenômeno de grande complexidade. A comunicação dos conceitos existentes no código da alimentação e nutrição deve ser capaz de prover as condições necessárias às mudanças de comportamento no ato de comer.

A ciência da nutrição destaca que todo indivíduo deve ter uma alimentação saudável e equilibrada, tanto em qualidade como em quantidade para ter boa saúde e vigor para conquistar uma boa forma. Hábitos alimentares inadequados, alto consumo energético e falhas no metabolismo levam à obesidade e à deficiência de nutrientes, que afetam mais de dois bilhões de pessoas mundialmente. Isto corre porque há um consumo cada vez maior de alimentos industrializados.

A relação alimentação e atividade física com a saúde são estudadas há muitos anos, sendo que os resultados confirmam que a prática de atividade física regular e uma alimentação equilibrada, atuam diretamente na prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e uma vida mais saudável, além de auxiliar pessoas na busca de seus ideais, como por exemplo, o corpo perfeito seguindo este guia medida certa e corpo perfeito, do vida plena de saúde você conseguirá seus objetivos rápido.




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Sexo: saúde e boa forma

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Sexo: saúde e boa forma 

Sexo do bem. Ter uma vida sexual saudável também traz muitos benefícios à saúde além de queimar ate mais de 200 calorias com isso ajudando a ter saúde física, mental e manter a boa forma. Um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. Mas, não é só isso não.

 

Ter uma vida sexual ativa contribui para melhorar o humor, relaxar o corpo, melhora o aspecto da pele, aliviar o estresse e a TPM. Além disso, o relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas nos dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido à ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

 

Aprenda a gostar de você. Trabalhe o seu autoconhecimento e sua autoestima para viver melhor. “O conceito que temos sobre nós mesmos é definidor de como nos colocamos e nos portamos na vida, define o valor que vamos dar a nossa pessoa, ao nosso trabalho, as nossas opiniões, as nossas vontades, e aos cuidados para o nosso corpo e nossa saúde”.

 

E isso faz toda a diferença. Por isso é essencial ter um bom referencial de si mesmo, saber reconhecer seus valores, suas qualidades, e não ficar só se criticando, se cobrando, focado apenas nas suas limitações e dificuldades”, explica o terapeuta Vicente Godinho. Saia da plateia e assume o palco de sua vida, eu não sei como é seu estilo de vida hoje, como é seu dia a dia, como você se alimenta, se faz exercícios físico ou se vê o mundo passar lamentando a sua obesidade. Mas uma coisa eu sei que você pode mudar esse quadro você pode reverter essa situação e ter disposição e qualidade de vida ter uma vida plena de saúde.

 

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Como ter Uma vida plena de saúde.

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Como ter Uma vida plena de saúde.




Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.
1 Coríntios 10:31

Apresentação do Programa Vida Plena de saúde

O Projeto MEDIDA CERTA E CORPO PERFEITO DO  Vida Plena de saúde  tem como objetivo motivar as pessoas a praticarem um estilo de vida saudável, elevando sua qualidade de vida, instruindo o uso de uma alimentação saudável praticas de exercícios, como se alimentar corretamente e, na escolha dos alimentos para beneficio da sua saúde.

 

Os melhores remédios não têm nomes complicados, nem efeitos colaterais. Eles se chamam alimentação apropriada, água, ar puro, exercícios físicos, descanso vida equilibrada é sobre isso que você vai aprender neste livro. Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, se reunir com os amigos. Estes e outros hábitos nos ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa e com qualidade. Confira abaixo algumas medidas essenciais para aumentar a sua expectativa de vida e viver com mais qualidade.

 

A ciência comprova. Tem-se considerado, insistentemente, a cultura e a civilização como causas de numerosas enfermidades, antes de ter chegado, finalmente, criação de conceitos como a praga da cultura e doenças da civilização; Hoje em dia, compreendem estas expressões, tanto na literatura técnica como na popular sobre, uma série de enfermidades do metabolismo e da nutrição, como a cárie dentária, a periondontose, a úlcera de estômago, a diabetes, a obesidade, as doenças, do fígado, vesícula, rins, coração e vasos, assim como o reumatismo, o câncer e a tuberculose. Doenças que nos tira a qualidade de vida e até mesmo gerando alguns preconceitos contra os que as possuem como no caso da obesidade.

A Alimentação Natural, nós somos o que comemos

O decisivo e, para o nosso estudo, o mais importante são as deformações da nossa alimentação, conforme já se vêm produzindo de há séculos até agora. Estão estreitamente relacionadas com a civilização e a técnica.
Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e entre nós os cereais panificáveis.
A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca, a caça ou, na maioria dos casos, mediante a criação de gado. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de frutas dependia da região e da estação do ano em que se vivia. Mas, por muito diferentes que sejam as formas de nutrição dos povos, todas deram bons resultados, porque quase sempre conservavam a forma natural do alimento e era reduzida a proporção de alimentos animais.

A primeira deformação produziu-se com o descobrimento da América, quando conhecemos novas plantas alimentícias, como por exemplo a batata, que veio substituir em grande parte o consumo de farinhas de cereais e de pão.

 

Efeitos do Progresso Técnico e «Analítico»
O progresso técnico iniciado quase imediatamente depois do rápido desenvolvimento da indústria e dos grandes núcleos populacionais produziu, indubitavelmente, muitos adiantamentos e facilitou um modo de vida, ao qual não desejamos renunciar; mas trouxe também decisivas alterações no nosso conceito de existência, sobretudo no domínio da alimentação.

O espírito de considerar analiticamente tudo através das ciências naturais levou rapidamente à supervalorização dos alimentos puros e nobres e à exagerada importância das proteínas e das gorduras animais.

Chegou-se, assim, nos tempos da Primeira Guerra Mundial e até bastante depois, a um modo de alimentação em que predominavam, sobretudo o pão branco ou quase branco, a gordura animal, batatas muito cozidas e descascadas, poucos legumes e frutas cruas e o emprego de muito sal e gorduras hidrogenadas, gorduras trans e de especiarias exóticas.

Quem tinha posses para isso, comia, entre uma e outra coisa, abundante pastelaria e outros doces concentrados, e tantos outros indivíduos escravizavam-se pela habituação a numerosos tóxicos e drogas. A causa desse modo de viver e de se alimentar é antinatural e é a origem principal de muitas doenças generalizadas e de graves consequências, como o prova a consideração dos seus efeitos no organismo humano.

Alimentação

 

Comer melhor. O cuidado com o que vai no seu prato é um dos pontos centrais para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares ou acrescentado de uma infinidade de composto químicos  é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer.

 

Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.

 

Durma bem. Repor as energias do dia com uma boa noite de sono é mais do que importante, é essencial. Algumas experiências foram feitas em muitas empresas norte-americanas. Qual seria o aumento de produtividade se os empregados parassem 5 minutos a cada hora para respirar profundamente e fazer alguns movimentos aeróbicos. O resultado foi extraordinário.

 

O estado de ânimo e humor melhorou e, consequentemente a produtividade aumentou, um  estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Dos 2.800 participantes da pesquisa, os 46% que relataram insatisfação com a saúde tinham também má qualidade de sono. Uma outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação à pessoas que não sofrem com o problema.

 

Para os pesquisadores, o ideal são pelo menos 7 horas e meia de sono por dia. Mexa-se. Os benefícios da atividade física para a saúde do organismo somam uma lista extensa. Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como a obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta andar, correr, nadar, malhar ou seja soar a camisa.

 

Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. O cérebro também fica mais afiado. Um estudo norte-americano recente, publicado na revista Neuroscience, mostrou que durante os exercícios o corpo produz uma substância que estimula o nascimento de novos neurônios, o que melhora nossas atividades cognitivas, em especial a memória.

 

Levante-se da cadeira. A Sociedade Americana de Câncer descobriu que não é apenas a falta de atividade física que pode encurtar a vida, mas também a grande quantidade de tempo gasto sentado. Tudo porque quando ficamos frequentemente sentados e por muito tempo o nosso metabolismo se altera e influencia em fatores como colesterol alto e repouso da pressão arterial, que são indicadores da obesidade, problemas cardiovasculares, obesidade e outras doenças crônicas. Por isso, nada de ver a vida passar da cadeira. “Para quem precisa trabalhar sentado, exercícios simples de alongamento vão trazer maior oxigenação e ajudar no reposicionamento do corpo para alcançar o equilíbrio postural”, ensina o fisiologista do esporte Raul Santo de Oliveira.

 

Dê olho na balança. Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares vão te ajudar a manter o peso ideal. O sobrepeso e a obesidade, além de elevar os riscos de diabetes, derrame, hipertensão e apneia, estão por trás de 30% dos casos de câncer, de acordo com dados levantados pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC). Por isso, a regulação da dieta é fundamental. Além de melhorar a saúde e a autoestima, a perder peso também favorece a memória, segundo pesquisas feitas pelo Hospital das Clínicas, de São Paulo.

 

Controle os nervos. Apesar de não ser considerado doença, o estresse pode favorecer o aparecimento de doenças psico-fisiológicas e, por isso, precisa ser observado e controlado. “Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deteriorização física e psicológica da pessoa”, mostra a psicóloga Sandra Leal Calais, da Unesp. O estresse também é fator de risco para os problemas do coração. Foi o que concluiu uma grande pesquisa feita em Campinas e São Paulo pela Secretaria do Estado da Saúde. Entre as mais de 100 mil pessoas analisadas, 46,8% sofriam algum tipo de estresse e tiveram seus níveis de problemas cardiovasculares aumentados.

 

Sorria para a vida. Nada melhor do que o humor para combater os percalços que aparecem. O bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos. Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham o risco de morte reduzido em até duas vezes. Para melhorar a sua atitude positiva diante da vida, aposte em uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins. A dica vem direto da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriu que praticar atividades ao ar livre, por mais curtas que sejam (10 minutos bastam!), melhoram significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e para a autoestima.

 

Respire bem. Separar uns minutinhos para prestar atenção na respiração pode ser a receita ideal para combater os desgastes mentais e físicos e, até a insônia, aumentando assim a sensação de bem-estar. Um estudo da universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que apresentam sérias dificuldades para respirar durante o sono têm 50% a mais de chances de morrer antes que alguém da mesma idade que não sofre das mesmas condições.

 

Apague o cigarro. Por falar em respiração, não é só da sua que você precisa cuidar não. Já parou para pensar que seu cigarro causa males terríveis ao seu organismo, mas também das pessoas ao seu redor. Um estudo da University College London, do Reino Unido, descobriu que a exposição à fumaça do cigarro dos outros pode aumentar em 50% os riscos de sofrimento psicológico. E outro estudo vindo do Canadá trouxe também que o fumo passivo está por trás do aumento de 40% dos casos de sinusite crônica. Portanto, o fumo passivo pode ser pior que a poluição. Mas, os fumantes precisam prestar atenção aos males do cigarro para o próprio organismo. Estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano, no Brasil, são decorrentes do tabagismo, responsável pelos riscos aumentados de câncer de pulmão, de boca e doenças cardiovasculares.

 

Cultive bons amigos. Que o homem não é uma ilha você já sabe. Conseguimos sentir de longe os benefícios que a convivência com pessoas queridas nos traz. Mas, ter uma boa rede de amigos pode ser mais importante do que você imagina chame seus amigos(a) para caminhar. Uma pesquisa recente da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quem vive rodeado de amigos e vizinhos pode viver até 50% mais do que alguém que vive só. Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade, fumo ou sedentarismo.

 




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Como Melhorar a Saúde mental e Emocional

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Como Melhorar a Saúde mental e Emocional

Estratégias e Dicas para uma boa saúde mental e emocional.

Melhore a Saúde mental e Emocional

As pessoas que estão emocionalmente saudável está no controle de suas emoções e seu comportamento. Elas são capazes de lidar com os desafios da vida, construir relacionamentos fortes, e se recuperar de reveses. Mas, assim como é preciso esforço para construir ou manter a saúde física, assim é com a saúde mental e emocional. Melhorar a sua saúde emocional pode ser uma experiência gratificante, beneficiando todos os aspectos de sua vida, incluindo a melhorar o seu humor, a construção de resiliência, e adicionar a sua apreciação global da vida.

O que é a saúde mental ou saúde emocional?

A saúde mental ou emocional refere-se ao seu bem-estar psicológico em geral. Ele inclui a maneira como você se sente sobre si, a qualidade de seus relacionamentos, e sua capacidade de gerir os seus sentimentos e lidar com as dificuldades.

Boa saúde mental não é apenas a ausência de problemas de saúde mental. Sendo mental ou emocionalmente saudável é muito mais do que ser livre de depressão, ansiedade ou outros problemas psicológicos. Mais do que a ausência de doença mental, saúde mental e emocional refere-se à presença de características positivas. Da mesma forma, não se sentindo mal não é o mesmo que sentimento bem. Enquanto algumas pessoas podem não ter sentimentos negativos, elas ainda precisam fazer coisas que os fazem se sentir positiva, a fim de conseguir a saúde mental e emocional.

As pessoas que são mentalmente e emocionalmente saudáveis têm:

A sensação de contentamento emocional

Um prazer de viver e a capacidade de rir e se divertir

A capacidade de lidar com o estresse e recuperar das adversidades

Um senso de significado e propósito, em ambas as suas atividades e suas relações

A flexibilidade para aprender coisas novas e se adaptarem à mudança

Um equilíbrio entre trabalho e lazer, descanso e atividade, etc.

A capacidade de construir e manter relacionamentos gratificantes

A auto-confiança e auto-estima elevada

Estas características positivas de saúde mental e emocional permitir-lhe participar na vida em toda a extensão possível através de produtivas, atividades significativas e relacionamentos fortes. Essas características positivas também ajudam a lidar quando confrontado com os desafios da vida e tensões.

O papel da resistência em saúde mental e emocional

Ser emocionalmente e mentalmente saudável não significa nunca mais passar por maus momentos ou com problemas emocionais. Todos nós passamos por decepções, perdas e mudanças. E enquanto estas são partes normais da vida, eles ainda podem causar tristeza, ansiedade e estresse.

A diferença é que as pessoas com boa saúde emocional têm uma capacidade de recuperar das adversidades, trauma e stress. Esta habilidade é chamada de resiliência. As pessoas que são emocionalmente e mentalmente saudáveis têm as ferramentas para lidar com situações difíceis e mantendo uma perspectiva positiva. Elas mantem o foco, flexível e criativo nos maus momentos, assim como nos bons isso é equilíbrio mental, isso é saúde mental.

Um dos fatores-chave na resiliência é a capacidade de equilibrar o stress e as suas emoções. A capacidade de reconhecer suas emoções e expressá-las de forma adequada ajuda a evitar ficar presos em depressão, ansiedade ou outros estados de humor negativos. Outro fator fundamental é ter uma rede de apoio forte. Ter pessoas de confiança que você pode girar para o incentivo e apoio irá aumentar a sua capacidade de resistência em tempos difíceis.

A timidez é um fator que desequilibra a saúde mental e emocional leia nosso artigo como superar a timidez clicando AQUI

A saúde física está ligada à saúde mental e emocional

As pessoas que trabalham e cuida do seu corpo com atividades é um poderoso primeiro passo para a saúde mental e emocional. A mente e o corpo estão ligados. Quando você melhorar a sua saúde física, você vai experimentar automaticamente um maior bem-estar mental e emocional. Por exemplo, o exercício não só fortalece o coração e os pulmões, mas também libera endorfinas, substâncias químicas poderosas que nos energizam e levantar o nosso humor.

As atividades que você participa, e as escolhas diárias que você faz, afetam a maneira como você se sente fisicamente e emocionalmente.

Descanse bastante.

Para ter uma boa saúde mental e emocional, é importante cuidar do seu corpo. Isso inclui dormir o suficiente. A maioria das pessoas precisa de sete a oito horas de sono por noite para funcionar de forma otimizada.

Saiba mais sobre boa nutrição e praticá-la. O tema da nutrição é complicado e nem sempre fácil de colocar em prática. Mas quanto mais você aprender sobre o que você come e como isso afeta a sua energia e humor, o melhor que você pode sentir.

Exercícios para aliviar o stress e levantar o seu humor. O exercício físico é um poderoso antídoto para o estresse, ansiedade e depressão. Olhe para as pequenas maneiras de adicionar atividade no seu dia, como tomar as escadas em vez do elevador ou sair de uma curta caminhada. Para obter os benefícios de saúde mentais, o objetivo é de 30 minutos ou mais de exercício por dia.

Obter uma dose de luz solar diariamente. Eleva seu humor, de modo a tentar obter pelo menos 15 a 20 minutos de sol por dia. Isso pode ser feito durante o exercício, jardinagem, ou socializar.

Eliminar o álcool, café, cigarros e outras drogas. Estes são estimulantes que podem anormalmente fazem você se sentir bem no curto prazo, mas têm consequências negativas em longo prazo para o humor e saúde emocional.

Melhorar a saúde mental e emocional por cuidar de si mesmo

A fim de manter e reforçar a sua saúde mental e emocional, é importante prestar atenção a suas próprias necessidades e sentimentos. Não deixe que o estresse e emoções negativas se acumulem. Tente manter um equilíbrio entre as suas responsabilidades diárias e as coisas que você gosta. Se você cuidar de si mesmo, você estará melhor preparado para lidar com os desafios se, e quando, eles surgem.

Cuidar de si mesmo inclui buscar atividades que naturalmente libera endorfinas e contribuem para se sentir bem. Além de exercícios físicos, as endorfinas também são naturalmente liberadas quando:

Faça coisas que impactam positivamente outros. Ser útil aos outros e sendo valorizado pelo que você faz pode ajudar a construir a auto-estima.

Praticar auto-disciplina. O autocontrole leva naturalmente a um sentimento de esperança e pode ajudá-lo a superar o desespero, desamparo e outros pensamentos negativos que afeta a saúde mental e emocional.

Aprender ou descobrir coisas novas. Pense nisso como “doce intelectual”. Tente fazer uma aula de educação de adultos, participar de um clube do livro, visitar um museu, aprender uma nova língua, ou simplesmente viajar para algum lugar novo.

Aprecie a beleza da natureza ou da arte. Estudos mostram que simplesmente andando através de um jardim pode reduzir a pressão arterial e reduzir o estresse. O mesmo vale para passear por um parque ou uma galeria de arte, caminhadas, admiranda a arquitetura, ou sentado em uma praia.

Gerencie seus níveis de estresse. Estresse leva um pesado tributo sobre a saúde mental e emocional, por isso é importante mantê-lo sob controle. Embora nem todos os fatores de stress pode ser evitado, as estratégias de gestão de stress pode ajudá-lo a trazer as coisas de volta ao equilíbrio.

Limitar hábitos mentais saudáveis ​​como preocupantes. Tente evitar serem absorvidos por hábitos negativos repetitivos mentais pensamentos sobre si mesmo e o mundo que sugam o tempo, drenar a sua energia, e desencadear sentimentos de ansiedade, medo e depressão.

Mais dicas e estratégias para cuidar de si mesmo para ter saúde mental e emocional

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Apelar para os seus sentidos. Mantenha-se calmo e energizado por apelar aos cinco sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. Ouça a música que eleva seu humor, colocar flores em que você vai ver e sentir o cheiro delas, massagem suas mãos e pés, ou saborear uma bebida quente.

Envolver-se em sentido, o trabalho criativo. Fazer as coisas que desafiam a sua criatividade faz você se sentir produtivo, se está ou não a ser pago por isso, coisas como jardinagem, desenho, escrita, tocar um instrumento, ou a construção de algo em sua oficina.

Obter um animal de estimação. Sim, animais de estimação são uma responsabilidade, mas cuidar de um faz você se sentir necessário e amado. Não há amor tão incondicional como o amor de um animal de estimação pode dar. Os animais também podem levá-lo para fora de casa para o exercício e expô-lo a novas pessoas e lugares.

Fazer do tempo de lazer uma prioridade. Fazer as coisas por nenhuma outra razão do que isso é bom para você. Assistir  um filme engraçado, dar um passeio na praia, ouvir música, ler um bom livro, ou conversar com um amigo tudo isso ajuda a melhorar a saúde mental e emocional.

Arranje tempo para a contemplação e apreciação. Pense sobre as coisas que você é grato para Meditar, orar, desfrutar do sol, ou simplesmente ter um momento para prestar atenção ao que é bom, positivo, e bonito como você aproveita sobre o seu dia.

Todo mundo é diferente; nem todas as coisas será igualmente benéfica para todas as pessoas. Algumas pessoas se sentem melhor ao relaxar e abrandar, enquanto outros precisam de mais atividade e mais excitação ou estimulação para se sentir melhor. O importante é encontrar atividades que você goste e que lhe dar um impulso.

Relações de apoio: A fundação da saúde emocional

Não importa quanto tempo você dedica a melhorar a sua saúde mental e emocional, você ainda vai precisar da companhia dos outros para se sentir e ser o seu melhor. Os seres humanos são criaturas sociais com uma necessidade emocional de relacionamentos e conexões positivas para os outros. Nós não fomos feitos para sobreviver, e muito menos prosperar, em isolamento. Nossos cérebros sociais anseiam companheirismo, mesmo quando a experiência nos fez tímido e desconfiado dos outros.

Interação social, especificamente falando com alguém sobre seus problemas pode também ajudar a reduzir o estresse. A chave é encontrar um relacionamento de suporte com alguém que é um “bom ouvinte” – alguém que você pode falar regularmente, de preferência cara-a-cara, que vai ouvir você sem uma agenda pré-existente para como você deve pensar ou sentir. Um bom ouvinte vai ouvir os sentimentos por trás de suas palavras, e não irá interromper ou fazer juiz ou criticá-lo. A melhor maneira de encontrar um bom ouvinte? Seja um bom ouvinte se. Desenvolva uma amizade com alguém que você pode falar com regularidade, e, em seguida, ouvir e apoiar uns aos outros.

Dicas e estratégias para se conectar a outros:

Saia de trás da sua TV ou tela do computador. eles têm o seu lugar, mas eles nunca terão o mesmo efeito que uma expressão de interesse ou um toque reconfortante. A comunicação é uma experiência em grande parte não-verbal que exige que você esteja em contato direto com outras pessoas, por isso, não descuide de seus relacionamentos do mundo real em favor de interação virtual.

Gaste tempo diário, cara-a-cara, com pessoas que você gosta. Faça passar o tempo com pessoas que você gosta de uma prioridade. Escolha amigos, vizinhos, colegas e familiares que são otimista, positiva e interessada em você. Tire um tempo para obter informações sobre pessoas que você encontra durante o dia que você gosta.

Voluntário. Fazer algo que ajuda os outros tem um efeito benéfico sobre a forma como você se sente sobre si mesmo. O significado e propósito que você encontrar em ajudar os outros irão enriquecer e expandir a sua vida. Não há limite para as oportunidades voluntárias individuais e de grupo você pode explorar. Escolas, igrejas, organizações sem fins lucrativos e organização de caridade de todos os tipos dependem de voluntários para a sua sobrevivência.

Seja um marceneiro. Junte-se em rede, ação social, conservação e grupos de interesses especiais que atendem em uma base regular. Estes grupos oferecem oportunidades maravilhosas para encontrar pessoas com interesses comuns que as pessoas-gosto de estar com que são potenciais amigos.

Fatores de risco para problemas mentais e emocionais

Sua saúde mental e emocional tem sido e continuará a ser moldado por suas experiências. Experiências da primeira infância são especialmente significativos. Os fatores genéticos e biológicos também podem desempenhar um papel, mas estes também podem ser alteradas por experiência.

Os fatores de risco que podem comprometer a saúde mental e emocional:

Má conexão ou acessório para o seu guarda preliminar no início da vida. Sentindo-se solitário, isolado, inseguro, confuso ou abusado como um bebê ou criança pequena.

Traumas ou prejuízos graves, especialmente cedo na vida. A morte de um dos pais ou de outras experiências traumáticas, como a guerra ou de hospitalização.

Aprendeu sem ajuda. As experiências negativas que levam a uma crença de que você é impotente e que você tem pouco controle sobre as situações em sua vida.

Doença, especialmente quando é crônica, incapacitante, ou isola-lo de outros.

Efeitos colaterais de medicamentos, especialmente em pessoas mais velhas, que pode tomar uma variedade de medicamentos.

Abuso de substâncias. Abuso de álcool e drogas pode tanto causar problemas de saúde mental e fazer preexistente problemas mentais ou emocionais pior.

Quaisquer que sejam os fatores internos ou externos que moldaram a sua saúde mental e emocional, nunca são tarde demais para fazer alterações que irão melhorar o seu bem-estar psicológico. Os fatores de risco podem ser combatidos com fatores de proteção, como relacionamentos fortes e um estilo de vida saudável, e estratégias de enfrentamento para gerenciar o estresse e emoções negativas.

Quando procurar ajuda profissional para problemas emocionais e mentais?

Caso você tenha feito esforços consistentes para melhorar a sua saúde mental e emocional e você ainda não se sente bem, então é hora de procurar ajuda profissional. Porque estamos tão socialmente sintonizados, a entrada de um experiente, cuidado profissional pode motivar-nos a fazer as coisas que não foram capazes de fazer por conta própria.

 

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Saúde e relacionamentos – criando melhora física e bem-estar emocional

Relacionamento e bem estar

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o seu relacionamento está afetando a sua saúde?

Você já ouviu falar que um bom relacionamento irá beneficiar a sua saúde? A grande notícia é que pesquisa recente descobriu que isso é verdade. Mas aqui está o problema: assim é o oposto.

Estudos populacionais descobriram que pessoas casadas tendem a viver mais e sofrer menos doenças a longo prazo do que pessoas solteiras; no entanto, é a qualidade de uma relação que determina os seus efeitos sobre a saúde. Enquanto as pessoas casadas muitas vezes se envolvem em comportamentos menos arriscados (como fumar e beber) e tendem a ter o benefício de um cônjuge que os encoraja a cuidar de sua saúde, apenas sendo casado não aumenta automaticamente a sua chance de uma vida longa e saudável é preciso ter um relacionamento amorável e bem estar .

A má relação pode realmente tomar seu pedágio em ambos seu bem-estar físico e emocional. Pesquisa britânica sugere que, mesmo quando permitindo a fatores sociais e biológicos, pessoas que sofreram aspectos negativos de uma relação estreita estão em maior risco de doença cardíaca do que aqueles que não têm.

Na verdade, não há sequer indícios que sugerem que pessoas solteiras tendem a ser mais saudáveis ​​do que aquelas em relacionamentos infelizes, que normalmente têm altos níveis de estresse.

Embora seja normal para os níveis de estresse para subir e descer como o seu relacionamento passa por seus altos e baixos, o estresse crônico, causado por um relacionamento que vem fazendo você infeliz por um período prolongado de tempo, pode levar a uma variedade de problemas de saúde.

Efeitos colaterais físicos comuns de estresse crônico incluem dores de cabeça, dores de estômago, problemas de sono e problemas de pele como acne e psoríase.

Mas acabar com um relacionamento infeliz não é uma solução imediata para os problemas de saúde ligados ao estresse. Avaria do relacionamento e divórcio também pode gerar estresse e ter um efeito negativo sobre a bem-estar emocional e físico.

Para alguns casais, é possível usar o conselho do relacionamento on-line ou face a face serviços de aconselhamento para trabalhar as questões que criam estresse no relacionamento. Felizmente, aquele bem sucedido na obtenção de seu relacionamento de volta nos trilhos vai experimentar uma redução dos níveis de estresse e ver os benefícios para a saúde de um relacionamento feliz mais uma vez.

É claro que, onde os problemas são particularmente enraizados, os casais podem encontrar a sua relação não pode ser corrigido e ficar juntos só vai criar mais stress. Nesses casos, é importante procurar apoio e aconselhamento para a superação dos impasses que ajudarão a reduzir os níveis de estresse para ambos os parceiros e todas as crianças envolvidas.

Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostra que as pessoas que se divorciam, mas passam a ter um novo casamento feliz desfruta aproximadamente os mesmos benefícios de saúde como aqueles que têm um primeiro casamento feliz. Então, se você estiver em sua primeira relação, é importante tomar as medidas certas para manter seu relacionamento saudável e feliz.

Uma separação causará transtornos psicológicos e espirituais de grandes consequências, faça tudo que seja necessário para um bom relacionamento com seu cônjuge e semelhante, para você ter boa saúde e bem-estar.

 

Palavras chaves:

Bem-estar, bem estar físico, bem estar emocional, bem estar psicológico, bem relacionamento.


Otimismo e seu impacto sobre a mente e bem-estar físico

Otimismo e seu impacto sobre a mente e bem-estar físico

otimismo

O que é otimismo? e Como ser otimista e sua influencia sobre a mente e bem-estar em geral.

Resumo:

Muitos estudos têm sido realizados sobre a eficácia de otimismo como um fenômeno psicológico, levando a várias formulações teóricas do mesmo conceito, conceituada como “disposição”, “estilo de atribuição”, “viés cognitivo” ou “ilusão compartilhada”. Esta visão é uma tentativa de explorar o conceito de “otimismo” e suas relações com a saúde mental, saúde física, enfrentamento, qualidade de vida e adaptação de propósito, estilo de vida de saúde e percepção de risco.

As expectativas positivas e negativas em relação ao futuro são importantes para entender a vulnerabilidade a transtornos mentais, em especial os transtornos de humor e ansiedade, bem como a doença física. A relação positiva significativa emerge entre o otimismo e estratégias de enfrentamento com foco em apoio social e ênfase nos aspectos positivos de situações estressantes. Através do emprego de estratégias de enfrentamento específicas, o otimismo exerce uma influência indireta, também na qualidade de vida. Há evidências de que as pessoas otimistas apresentam uma maior qualidade de vida em comparação com aqueles com baixos níveis de otimismo ou mesmo os pessimistas. Otimismo pode influenciar significativamente o bem-estar físico e mental através da promoção de um estilo de vida saudável, bem como por comportamentos adaptativos e respostas cognitivas, associados a uma maior flexibilidade, capacidade de resolução de problemas e uma elaboração mais eficiente de informações negativas.

Palavras-chave: Otimismo, saúde mental, saúde física, Lidar, qualidade de vida, a adaptação de propósito, de estilo de vida Saúde, percepção de risco.

Como é comumente entendido, o termo ‘otimismo‘ abraça dois conceitos estreitamente correlacionados: a primeira é a inclinação para a esperança, enquanto o segundo mais geralmente se refere à tendência a acreditar que vivemos em “o melhor de todos os mundos possíveis”, como cunhados pelo filósofo alemão Gottfried Wilhelm Leibniz em sua famosa teodiceia, ridicularizado em Cândido de Voltaire.

Ao longo dos últimos anos, um conjunto significativo de pesquisa tem sido realizada sobre a eficácia do otimismo como um fenômeno psicológico, levando a várias formulações teóricas do mesmo conceito, entendido como “disposição”, “estilo de atribuição”, “visão cognitiva” ou “ilusão compartilhada”.

Scheier e Carver teorizou a “disposição” para com otimismo em seus estudos, chamado de “otimismo“, considerando-o um traço de uma personalidade equilibrada, com o tempo e em várias situações, que influencia a maneira pela qual o indivíduo entra em acordo com o presente, passado e eventos futuros na vida. Indivíduos otimistas são positivos sobre acontecimentos da vida diária. Na pesquisa realizada em relação a este ponto de vista, foram encontradas correlações positivas entre o otimismo e física / bem-estar mental. Indivíduos otimistas tendem a ter mais frequentemente atitudes protetoras, são mais resistentes ao stress e estão inclinados a usar estratégias de coping mais adequadas.

Em contraste aberto, estudos realizados por Peterson e Seligman, que foram predominantemente orientada para a compreensão das bases psicológicas de pessimismo, levar a concepção de seu oposto, o otimismo, como um “estilo de atribuição”, caracterizado pela tendência  acreditam que os eventos negativos são inconstantes (o evento negativo não vai se repetir), externo (eu não sou responsável para o evento) e específico (o evento é “específico”, auto-limitado e não vai influenciar todas as outras atividades da mina e minha vida). Os otimistas acreditam que os eventos positivos são mais estáveis ​​e frequentes do que os negativos. Eles pensam que podem evitar problemas na vida diária e evitar que isso aconteça, e, portanto, lidar com situações estressantes com mais sucesso do que os pessimistas.

Referindo-se ao ponto de vista da cognição social, uma terceira perspectiva sustenta que o otimismo é a consequência de uma subestimação cognitiva de risco, em outras palavras. Essa visão reflete a convicção do otimista que eventos positivos são mais prováveis ​​de ocorrer a ele / ela mesma, enquanto os eventos negativos afetam predominantemente outros. Weinstein definiu esse fenômeno de “otimismo irrealista”. A visão otimista não é um traço de personalidade como otimismo, mas sim uma distorção cognitiva sistemática da consideração de um próprio da probabilidade de encontrar eventos negativos. A visão otimista tem sido definida como o resultado da união de esforços de dois mecanismos. A primeira delas está relacionada a fatores cognitivos, tais como falta de informação e má visão crítica das próprias habilidades cognitivas de um ser. O segundo mecanismo é de natureza motivacional, intimamente ligada à defesa de sua auto-estima e à negação defensiva.

Esta visão geral é uma tentativa de explorar conceito otimista e suas relações com a saúde mental, saúde física, enfrentamento, qualidade de vida e adaptação de propósito, estilo de vida de saúde e percepção de risco.

OTIMISMO E SAÚDE MENTAL

As expectativas positivas e negativas em relação ao futuro são importantes para entender a vulnerabilidade a transtornos mentais, em transtornos de humor particulares. Estudos recentes descobriram uma correlação inversa entre otimismo e sintomas depressivos, e também entre o otimismo e ideação suicida, Como tal, o otimismo parece ter um papel moderador importante na associação entre o sentimento de perda de esperança e ideação suicida, Em relação a isso, Van der Velden  estudaram recentemente a associação entre o “otimismo” e depressão em vítimas de um desastre natural. Os resultados desta pesquisa mostram que em comparação com os otimistas, pessimistas nutrido pouca esperança para o futuro e estavam mais em risco para transtornos depressivos e ansiosos, com compromisso posterior de funcionamento social e qualidade de vida. O papel do otimismo na qualidade de vida também tem sido investigada em transtornos depressivos emergentes em pacientes que sofrem de patologias somáticas, (tais como síndrome coronariana aguda, por exemplo), na qual foi encontrada uma correlação significativa inversa entre optimismo e nível de satisfação em vida de um lado e sintomas depressivos emergentes após o evento cardiovascular, por outro lado.

Giltay  levantou a questão do uso de psicoterapia para promover uma disposição otimista em indivíduos pessimistas, desenvolvendo assim uma estratégia eficiente para combater a depressão. As evidências sobre este assunto surgiu também a partir de estudos realizados em vítimas de eventos catastróficos, como desastres naturais. Na verdade, tem-se observado que mesmo uma única sessão de terapia cognitivo-comportamental, destinada a reforçar a sensação de controle e lidar com incapacitantes distúrbios que se seguem depois de um desastre natural, pode contribuir para a melhoria do bem-estar do indivíduo. Uma breve intervenção deste tipo, com foco em recuperação de uma estratégia de enfrentamento ativo e recuperar o controle, pode ser significativo para vítimas ‘pessimistas’, considerando que eles são mais inclinados para evitar problemas e “desistir”, em vez de tentar recuperar o controle de sua vida.

OTIMISMO E SAÚDE FÍSICA

Apesar do pequeno número de estudos publicados sobre o assunto, a relação entre a saúde física e otimismo é tão importante quanto aquela entre otimismo e saúde mental descrito acima. Muitos estudos descobriram que o otimismo está correlacionado com melhor bem-estar físico em comparação com pessimismo. Além disso, em contraste com o otimismo, o pessimismo está correlacionado com queixas somáticas excessivos Em um estudo sobre uma população de idosos de ambos os sexos, com idade entre 65-85 anos, Giltayet observou que optimismo previu menos probabilidade de mortalidade em geral e da mortalidade cardiovascular em particular. Estes dados foram confirmados em um estudo longitudinal posterior em uma população de homens com idade entre 64-84 anos, em que a relação inversa foi relatado entre otimismo e o risco de morte cardiovascular. Matthews  observou que, nos três anos seguintes à menopausa, aterosclerose carotídea tendem a progredir mais lentamente em mulheres otimistas em relação aos seus pares pessimistas. Em referência a pacientes oncológicos, Schulz  observou que altas pontuações sobre os itens pessimismo da LOT (uma medida de otimismo) predisseram significativamente morte prematura em pacientes jovens com câncer de mama. Entre os pacientes com câncer de cabeça ou pescoço, os otimistas manifesta significativamente maior sobrevida de um ano após o diagnóstico quando comparado aos pessimistas. Em um estudo recente, Ironson  mostrou como otimismo, estratégias de enfrentamento menos esquiva e menor nível de depressão influenciar positivamente a progressão da doença em pacientes que sofrem de AIDS.

Embora o otimismo é comumente se acredita ser um fator de proteção no que diz respeito ao bem-estar e saúde física e psíquica. Algumas pesquisas sugerem que este não é sempre o caso. Schofield  descobriu que o otimismo não previu menores taxas de mortalidade entre os pacientes com câncer de pulmão. Também estudos sobre o sistema imunológico mostrou resultados contrastantes. Tomakowsky  investigou a correlação entre o otimismo “disposicional” e o otimismo “de atribuição” mencionada anteriormente, com a condição clínica e imunológica dos sujeitos afetados com AIDS. Os resultados de suas pesquisas indicaram que ambos os tipos de otimismo foram associados a uma melhoria da sintomatologia de AIDS. No entanto, no longo prazo, níveis elevados de otimismo, em especial, do tipo de atribuição, foram associados com um prejuízo significativo do sistema de defesa imunológico. Milam, por outro lado, descobriu que os níveis elevados de optimismo não conferem qualquer melhoria clínica para pacientes com SIDA, apesar de níveis moderados foram encontradas associadas com sistemas imunitários mais eficazes. Segerstrom analisou duas hipóteses que podem explicar esses resultados: a hipótese de decepção, de acordo com o que estressores persistentes e incontroláveis ​​reduzir as expectativas positivas que são típicas de otimistas e, assim, consequentemente, o controle sobre os fatores de estresse, levando à diminuição da defesa imunológica . O outro é a hipótese de envolvimento teorizar que os indivíduos mais otimistas são mais facilmente atraídos para tentar resolver um problema, enquanto os pessimistas tendem a deixar o assunto morrer, acabando mais expostos ao stress. Como tal, em casos de doenças graves, como a SIDA, quando associado com os níveis elevados de cortisol e de adrenalina, que normalmente presente quando confrontados com o stress, optimismo pode realmente determinar uma diminuição nos mecanismos de defesa do sistema imunológico.

OTIMISMO e enfrentamento

Coping refere-se aos mecanismos e processos mentais decretadas pelo indivíduo como uma resposta adaptativa para reduzir o estresse decorrente de uma situação de risco, como definido por Lázaro e Opton.

Desde os primeiros estudos de Scheier, uma relação positiva significativa surgiu entre o otimismo e diferentes aspectos da vida, tais como estratégias de enfrentamento focalizadas no problema, procurando apoio social e ênfase dos aspectos positivos da situação estressante.

Apesar de uma certa quantidade de dissidência, outros pesquisadores confirmaram os primeiros resultados. Otimismo foi encontrado para ser positivamente correlacionada com essas estratégias de enfrentamento pensado para eliminar, reduzir ou controlar os fatores de stress e negativamente correlacionados com os empregados de ignorar, evitar ou distanciar-se das agressões e emoções. Além disso, a escolha da estratégia de enfrentamento mostra-se constante ao longo do tempo. Os baixos níveis de otimismo foram observads em alunos que estavam particularmente vulneráveis ​​às dificuldades normais encontradas em ambientes escolares e que desenvolveram intolerância ou mesmo hostilidade para com a escola.Também no ambiente de trabalho foi observada uma associação positiva entre otimismo e performance, mediada pela influência positiva que o otimismo tem sobre estratégias de enfrentamento. Vários estudos têm demonstrado que os otimistas tendem a usar estratégias de enfrentamento que focalizam sobre o problema com mais frequência em comparação com os pessimistas. Quando estas estratégias não pode ser promulgada, os otimistas recorrer a estratégias adaptativas que focalizam sobre as emoções, por exemplo, aceitação, humor e re-avaliação positiva da situação.

Através do emprego de estratégias de enfrentamento específicos, o otimismo exerce uma influência indireta, também na qualidade de vida. Em uma amostra de mulheres com câncer de mama Schou  descobriu que mulher otimista apresentou estratégias de enfrentamento caracterizadas pela aceitação da situação, a ênfase dos aspectos positivos e as tentativas para aliviar sua condição com um senso de humor, mostrando resultados positivos evidentes em sua qualidade de vida. Em contraste, as mulheres pessimistas reagiu com sentimentos de impotência e perda de esperança que piorou significativamente a sua qualidade de vida.

OTIMISMO, QUALIDADE DE VIDA E ADAPTAÇÃO DE PROPÓSITO

Qualidade de vida refere-se a condições de vida de um indivíduo (saúde, riqueza, condições sociais) e satisfação dos desejos pessoais, medidos em uma escala de valores pessoais. Como tal, estamos a lidar com um constructo multidimensional que integra indicadores objetivos e subjetivos, uma ampla gama de diferentes contextos de vida e valores individuais.

Wrosch e Scheier evidenciaram duas variáveis ​​capazes de influenciar a qualidade de vida: o otimismo e adaptação de propósito. Tanto no fato de exercer um papel fundamental na gestão adaptativa de circunstâncias críticas na vida e de metas a alcançar. Há evidências de que as pessoas otimistas apresentam uma maior qualidade de vida em comparação com aqueles com baixos níveis de otimismo ou mesmo pessimistas Tem sido demonstrado que, na presença de condições patológicas graves, os pacientes otimistas adaptam melhor a situações estressantes em comparação com os pessimistas, com repercussões positivas sobre a sua qualidade de vida. Por exemplo, em uma amostra de pacientes que se submeteram a um desvio da aorta-coronária, o otimismo foi significativa e positivamente associado com a qualidade de vida nos seis meses seguintes à operação. Os pacientes otimistas de fato apresentou uma melhora clínica mais rápida durante o período de internação e um retorno mais rápido à rotina diária após a alta do hospital. Resultados análogos são relatados em amostras de pacientes com outras patologias. Em doentes com epilepsia, Pais-Ribeiro. Verificou que os otimistas mostrou uma melhor percepção do seu estado físico e mental da saúde e relataram maior qualidade de vida em comparação com os pessimistas. Kung  examinou a relação entre o otimismo-pessimismo e qualidade de vida em pacientes com câncer de cabeça, pescoço ou da tireóide. Em todos os assuntos, o otimismo foi associado com melhor qualidade de vida em ambos as escalas dos componentes físicos e mentais.

Por último, em mulheres com câncer de mama, o otimismo foi associado com melhor qualidade de vida em termos de emocional, funcional e sócio-familiar e bem-estar.

Muitos estudos têm descrito a importância na qualidade de vida da capacidade de um indivíduo de se adaptar e modificar suas / seus próprios objetivos de acordo com diferentes situações. É possível evitar ou reduzir as repercussões físicas e psicológicas negativas conseqüente à não realização de um objetivo (por exemplo, tornar-se doente, apesar dos esforços constantes para se manter saudável), através de um processo de auto-regulação adaptativa voltado para desengatar a si mesmo a partir de um irrealizável gols e concentrando esforços em vez de objetivos mais atingível. Na verdade, esta forma de liberação de um compromisso é adaptativa, pois evita que o paciente das conseqüências emocionalmente negativas de repetidos fracassos, enquanto re-direcionar os objetivos devolve significado e um senso de propósito para a vida. Indivíduos que têm sucesso no presente melhor qualidade de vida e melhor saúde física em comparação com aqueles que têm maior dificuldade em renunciar a seus objetivos inatingíveis. Além disso, eles são mais optimista para o seu futuro, porque eles são capazes de gerir dificuldades de forma mais eficiente, bem como para identificar novos alvos na vida.

OTIMISMO, estilo de vida e percepção de risco

Uma maneira em que o otimismo pode influenciar significativamente o bem-estar físico é através da promoção de um estilo de vida saudável. Na verdade, acredita-se que o otimismo facilita comportamentos adaptativos e respostas cognitivas que o consentimento informações negativas a ser elaborado de forma mais eficiente e que estão associados a uma maior flexibilidade e capacidade de resolução de problemas Estas estratégias de enfrentamento são, por sua vez preditiva de comportamentos orientados para evitar e, se necessário enfrentando positivamente, problemas de saúde

Vários estudos analisaram as correlações entre otimismo e comportamentos saudáveis. Em particular Steptoeet  em uma amostra de homens e mulheres com idade entre 65-80 anos, descobriu que o otimismo foi correlacionado com comportamentos saudáveis, como a abstenção de fumo, o consumo moderado de álcool, o hábito de andar rapidamente e atividade física regular , independentemente de fatores demográficos, condições psico-físicas atuais e massa corporal.

Um estudo recente que analisou 545 homens com idades entre 64-84 por quinze anos revelou uma relação inversa significativa entre o otimismo disposicional e morte para as doenças cardio-vascular, com uma redução de 50% do risco de morte cardiovascular em indivíduos otimistas.

Inúmeras pesquisas têm investigado a relação entre a percepção de risco e otimismo irrealista que leva ao envolvimento em situações de risco. Irrealisticamente temas otimistas tendem a perceber-se como sendo de menor risco em comparação com os pessimistas, na medida em que as questões de saúde estão em causa, e, além disso, acredita-se mais capaz de prevenir esses problemas aconteçam. Por exemplo, comparando grupos de estudantes com uma disposição acentuada para o comportamento de risco e estudantes que têm uma baixa tendência a se envolver em tal comportamento, Todesco e Hillman verificaram que ambos os grupos avaliaram a possibilidade de conseqüências danosas de uma dada situação, mas o primeiro grupo estava em desacordo para o fato de que esses alunos se perceberam como invulnerável.

Fumantes representam um importante campo no estudo da relação entre o otimismo irrealista e percepção de risco para a saúde. Estes temas se consideram menos risco do que outros para doenças associadas ao tabagismo em desenvolvimento que tem sido interpretado como uma forma de irracionalidade ou melhor, como uma expressão de tendência otimista. McKenna  mostrou que os fumantes, considerando-se a ter um maior risco de contrair patologias relacionadas ao fumo em comparação aos não-fumantes, no entanto percebida como um risco, como inferior quando comparada com a média do número de fumantes . Estudos mais recentes indicam que os fumantes têm uma percepção de risco significativamente menor em comparação com não-fumantes. A título de confirmação destes dados, observou-se que fumantes com otimismo irrealista (isto é, aqueles que percebiam sua própria conta e risco como menor do que o risco efetivo) tendiam a acreditar que fumar só por alguns anos eles não incorrer em qualquer risco de câncer de pulmão e que o desenvolvimento de câncer de pulmão depende unicamente de predisposição genética.

Além disso, os otimistas irrealistas mal considera a hipótese de deixar de fumar, a fim de reduzir o risco de câncer.

CONCLUSÕES

Otimismo é a tendência de esperar coisas boas no futuro. A partir da literatura aqui analisados, verificar-se que o otimismo é uma atitude mental que influencia fortemente a saúde física e mental, bem como lidar com a vida social e profissional cotidiana. Através de uma gestão adaptativa de metas e desenvolvimento pessoal e usando táticas de enfrentamento ativas, os otimistas são significativamente mais bem sucedidos do que os pessimistas em eventos aversivos e quando os objetivos de vida importantes são prejudicados.

Clínicas devem desenvolver um formulário de candidatura de otimismo conceito em Psicologia Aplicada e em Psicoterapia. Por uma questão de fato, a forma de aplicação do conceito de otimismo deve ser integrada em tratamentos e programas de prevenção, respectivamente, na saúde mental e física, para melhorar o bem-estar.

Seja sempre otimista, pois isso é saúde para você pois uma pessoa otimista vive melhor.

 

Palavras chaves:

Otimismo, como ser otimista, como não ser negativo, os benefícios do otimismo, seja otimista, não seja negativo, otimismo e saúde física, otimismo e saúde mental, otimismo e auto-estima.


Seis Fundamentos de uma vida otimista

Seis Fundamentos de uma vida otimista

OTIMISMO

Como ser otimista?

“Um pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; um otimista vê oportunidade em cada dificuldade “.
Winston Churchill

“Ninguém pode voltar atrás e começar um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo fim.”
Maria Robinson

“É melhor ser um otimista que às vezes é errado do que um pessimista que tem sempre razão.”
Desconhecido

O pensamento negativo pode envenenar o que – a partir do exterior – parece com uma vida muito boa com oportunidades. O pessimismo pode criar tetos e paredes feitas de vidro, onde realmente há nenhum.

Com tais forças pode controlar a sua vida interior sua vida exterior tende a ficar muito ainda. Seu tempo aqui pode definhar. É uma coisa terrível.

Mas você pode mudar.  E neste artigo vou compartilhar seis fundamentos que são essenciais para fazer essa mudança mental.

Estas são coisas que realmente funcionam na vida real para mudar o modo de ver as coisas. No entanto, apenas saber essas coisas não vão mudar o seu pensamento. Você tem que praticá-los e deixar de vez em quando e, em seguida, voltar-se de novo e continuar a usá-los até que se tornem novos hábitos de pensamento positivo.

Concentre-se no que você quer, para ser otimista.

O que você acha sobre a maior parte do tempo? Os seus problemas e preocupações? Se for esse o caso, se você passar a sua atenção em se concentrar no que você não quer, então é fácil de alimentar o monstro negatividade em sua mente com mais energia e ficar preso em análise paralisia.

Mas se você não passar a maior parte do seu tempo pensando sobre o que você quer da vida em várias áreas, em seguida, você se torna mais focada. Sua mente começa a cuspir soluções para os seus obstáculos. Você se sente como a tomar medidas para começar a se mover passo a passo para seus objetivos.

Assim, o foco no que você quer. Postar lembretes no post-its e quadros em seu entorno para manter sua atenção onde ela precisa estar. Escreva o seu objetivo e se concentrar única e exclusivamente a tomar-se em direção a ela. Pergunte a si mesmo perguntas que ajuda você a encontrar o útil e positivo, tais como:

O que é incrível sobre esta situação?
E o que é a oportunidade escondida nesta situação?

Seja grato pelo que você tem, e seja otimista.

O que você quer é algo lá fora no futuro. Mas também é importante ver o que você tem no caminho certo para manter um ponto de vista otimista.
Então, apreciar as coisas pequenas e grandes na vida que você tem, em vez de se concentrar demais no que você não tem.

Pergunte a si mesmo: o que eu posso fazer por na minha vida agora?

Quando me faz essa pergunta muitas vezes eu venho com respostas simples, como o telhado sobre minha cabeça, a comida deliciosa na minha mesa, tendo a oportunidade de dormir e as pessoas mais próximas a mim.

Evite generalizações negativas, pense positivo.

Generalizações negativas sobre a vida pode realmente destruir o sua auto estima.

Se você, por exemplo, correr em um obstáculo ou problema, então o pensador negativo pode generalizar isso como algo que é apenas lá e vai continuar a ficar lá. Enquanto o pensador otimista vê o obstáculo como algo temporário que pode ser superado através de uma ação (mesmo que isso também significa falhar e aprender algumas coisas ao longo do caminho).

Se o pensador negativo é executado na crítica então ele(a) pode generalizar isso como algo pessoal, como a outra pessoa está a fim de obter dele(a) e que ele(a) é de alguma forma um mau ou geralmente uma pessoa incompetente só porque está com auto de críticas.

O pensador otimista por outro lado irá manter alguma distância da crítica. ele acha que a peça de crítica pode ser válida para esta área da vida, em vez de dizer alguma coisa sobre tudo (se a crítica é sobre não ser no tempo para reuniões de trabalho, em seguida, que é a questão que precisa ser corrigido, ele faz não significa um mau desempenho em todas as áreas de trabalho.

O pensador otimista também mantém em mente que a crítica, por vezes, pode não ser válida, mas surgirão, porque a outra pessoa teve um dia ruim, está irritado sobre algo mais ou odeia alguma parte de sua própria vida.

Forma de entrada, evite pensamentos negativos.

Se você deixar que o pensamento pessimista e negativo entre em sua mente, então será praticamente impossível ficar otimista sobre a vida.

Assim, a forma de entrada negativa.

Dê uma olhada no que os filmes, TV, notícias, livros e música que você consome e como eles afetam você. Veja como as pessoas mais próximas a você também, como amigos e familiares afetam seus pensamentos.

Em seguida, tomar medidas para reduzir ou cortar as fontes mais negativos da melhor maneira possível e substituir esse vazio em sua vida com mais tempo com as influências positivas.

Defina o contexto para o seu dia, com pensamentos otimista.

O que você faz no início do dia, muitas vezes define o contexto para esse dia. Um bom começo leva o dia bom e um mau começo para um dia ótimo.

Algumas sugestões que irão ajudá-lo a definir o contexto positivo para o dia:

Gaste alguns minutos da manhã em pensar sobre o que você quer e seus objetivos. Isso leva-o a um dia altamente motivado e focado.

Gaste alguns minutos em ser grato pelo que você tem. Isso coloca você em um clima positivo durante todo o dia.

Exercício. Isso irá ajudá-lo a libertar tensões internas e preocupar-se e preencher o espaço que ocupavam dentro de você com nova energia.

Faça a coisa mais importante em primeiro lugar. É assim que você deve começar o seu dia. ex: Hoje acordei e fiz o meu ritual meditação matinal que termina em eu fazer a coisa mais importante na minha lista de afazeres. E então eu comecei a escrever este artigo sobre otimismo. Isto não só torna a certeza de que a coisa mais importante é feito todos os dias. Ele também faz me sentir bem comigo mesmo e faz com que o resto da lista de coisas a fazer me sentir mais leve para percorrer.

Então, faça um esforço no início do dia. isso vale a pena, mesmo que você não pode sempre.

Seja bom e gentil com você mesmo, e será otimista.

Como você vê a si mesmo e torna-se um enorme impacto sobre a forma como você vê o mundo ao seu redor e interagir com ele.

Você está no centro de seu mundo e se você gosta de si mesmo e é bom para si mesmo, então, torna-se muito mais fácil de pensar de forma otimista sobre o seu futuro e do mundo ao seu redor.

Aqui estão algumas das melhores maneiras de ser bom e gentil com você mesmo:

Faça a coisa certa para ser otimista. o que você acha que no fundo é a coisa certa, tanto quanto você pode – mas aceitar que você nunca vai ser capaz de fazer isso o tempo todo – para aumentar sua auto-estima e seu senso das coisas que você merece na vida.

Anote cinco coisas a cada noite que você é grato para com você mesmo. Ou apreciar a si mesmo, fazendo um exercício de dois minutos em que você simplesmente listar pequenas e grandes coisas sobre si mesmo que você gosta e as coisas boas que você tem feito. Você pode fazer este exercício em sua mente ou em um pedaço de papel. Estes dois exercícios de auto-apreciação irá ajudá-lo a criar melhores hábitos de pensamento. Porque quanto mais você faz coisas como estas, mais esse tipo de pensamento vai naturalmente aparecer em sua vida todos os dias também. Você está mudando a forma como você pensa sobre si mesmo e que você tem uma tendência a se concentrar em (ambos em si mesmo e do mundo ao seu redor).

Não abater-se. É apenas um hábito estúpido e ninguém vai recompensá-lo por isso. E isso só torna mais difícil melhorar desde que você provavelmente vai começar a procrastinar para evitar a dor de suas próprias futuras auto-agressões, por exemplo.

Seja sempre otimista apesar dos problemas e dificuldades, bom ânimo sempre, sorriso no rosto alegre-se.

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PALAVRAS CHAVES:

COMO SER OTIMISTA, UMA VIDA OTIMISTA, TER OTIMISMO, COMO TER AUTO-ESTIMA, ELEVAR A AUTO-ESTIMA, COMO TER PENSAMENTO POSITIVO, MELHORAR A AUTO-ESTIMA, MELHORAR O OTIMISMO.